quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010


Faxina no Galpão
Conto Gay
Autor Desconhecido


" 0 Léo era meu amigo desde a adolescência. Éramos muito íntimos, e mais tarde ficamos "íntimos demais". Seu Jorge, pai de Léo, me tratava com muita cordialidade, como se fosse da fami1ia. Mas as vezes parecia que ele me olhava de um jeito diferente, estranho, principalmente quando não tinha ninguém por perto. Seu Jorge era um quarentão : bonito, tinha um peito largo e musculoso, de quem ja foi nadador profissional, coxas grossas e lisas, pele clara, barba rala ruiva e uma "mala" ' que me fazia viajar na imaginação. Ele olhava tanto que cheguei a encanar, achando que ele estava desconfiado de seu filho e de mim, mas depois vi que não era bem isso. Mas era o pai do meu amigo, né? Não podia dar mole. Era melhor ficar na minha pra ver no que dava. Sempre viajei com Léo e seus pais para Campos do Jordão, numa casa não muito distante da cidade. No ano passado, quando eu estava " com 19 anos, fomos passar um feriadao prolongado em Campos do , Jordão. Fomos todos no mesmo carro, do seu Jorge. Numa das paradas na estrada, quando ficou sozinho comigo, seu Jorge me disse: - Nesse feriado, tenho uma surpresa gostosa para você, mas isso fica como segredo - disse, com uma olha sacana e apertando de leve seu pau por cima da bermuda. Fiquei abismado e excitado. Durante toda a viagem, não me continha de curiosidade e tesão. Sera que o tal "segredo" era o que eu ' estava imaginando? E o que significava aquela massageada no pau? Chegamos tarde da noite, tomamos um lanche e fomos pra cama. : Fiquei no mesmo quarto do Léo e ele tentou transar comigo. Mas a '. imagem do pai dele não saia da minha cabeça. Dei uma desculpa qualquer, disse que estava muito cansado e me meti na minha cama para dormir. Ele ficou meio puto, mas acabou pegando no sono antes que eu. No dia seguinte, depois do café da manha, seu Jorge disse que ia ao galpão fazer uma faxina. Léo e sua mãe inventaram de ir até a cidade . fazer umas compras e me convidaram pra ir junto. Mas seu Jorge pediu ,. se eu não podia ficar para dar uma ajuda na faxina. Então acabei ficando. Léo e dona Olga partiram. Assim que se viu sozinho comigo no , galpão, seu Jorge começou a me dizer que sempre teve vontade de estar só comigo. - Por que? - perguntei, ja excitado. - Nunca percebeu? Tenho o maior tesão por você, Marcio - respondeu o pai do meu amigo, massageando de novo seu pau por cima da bermuda. Pelo volume, seu membro devia estar bem crescido. Ao ouvir aquilo, tentei desconversar, mas ele continuou falando que tinha um enorme desejo de transar comigo. Eu estava envergonhado, não sabia o que dizer. Eu também estava morrendo de tesão, mas estava meio constrangido. Seu Jorge se aproximou, me segurou pela cintura e tentou me beijar. Na hora entrei em pânico, escapuli do seu abraço e fui para o banheiro. Naquela altura, minha imaginação ja viajava e eu estava de pau duro. Ouvi batidas na porta. Era seu Jorge, pedindo pra eu abrir. Não resisti mais, abri a porta e dei de cara com ele so de sunga, com metade do seu pau, grande e grosso, pra fora. - Olha como você me deixa, Marcio - disse ele, com a voz rouca de tesão. - Pega nele, da uma chupadinha pra mim, da? Perdi toda a vergonha e me entreguei ao prazer. Ajoelhei-me na sua frente, tirei o resto da sunga, segurei sua pica e abocanhei aquela jeba inteira. Minha língua se enroscava naquele cabeçona vermelha e descia até as bolas do saco, enormes e peludas. Que pau delicioso! Seu Jorge me segurava pela cabeça, massageava meus cabelos e movimentava-se num vaivém lento, fazendo com que eu engolisse todo seu pau. As vezes eu engasgava, dai ele tirava a rola da minha boca, me dava um beijo e recolocava o pinto entre os meus lábios, metendo devagar, fodendo sem pressa. Eu lambia seu saco, descia por ele e quase tocava seu cu com a ponta da minha língua. Então, seu Jorge segurou minha cabeça com mais firmeza e aumentou o ritmo, passando a foder com vigor a minha garganta. Não demo. rou muito e ele inundou minha boca com seu esperma quente e agridoce, quase me afogando com tanta porra. Engoli o que pude, mas um pouco acabou escorrendo pelo canto dos lábios. Ele me ergueu e me beijou, sugando o resto da sua própria porra. Desceu pelos meus mamilos, mordiscando-os e me fazendo gemer de tesão. Dai ele me mandou debruçar sobre a pia e começou a lamber meu botão de carne, que piscava muito, louco para levar aquela jeba grossa e dolorida. Seu Jorge não perdeu tempo e continuou lambendo meu cuzinho, enquanto forçava um dedo nele. Quando entrou, dei um gritinho de dor - seu dedo era bem grosso, mas a rola era muito mais. Ele manteve seu dedo dentro de mim e depois começou a enfiar e tirar, tentando relaxar minha rosquinha. Assim que descontrai o rabinho, ele enfiou outro dedo. Dei mais um gemido dolorido, mas dessa vez ele enfiou com mais força. Vi estrelas e fiquei louco de vontade de sentir sua pica no cu. Quando reparou que eu ja estava mais acostumado e devidamente preparado para a penetração, ele se levantou, posicionou-se atras de mim, afastando minhas coxas com as suas. Ele passou um creme no pau, apontou aquele petardo na porta do meu cuzinho e forçou a chapeleta no buraquinho. Na segunda estocada, a ponta passou e entrou devagarinho, rasgando minhas pregas. Gritei alto e ele deu uma parada. Respirei fundo e pisquei o anus. Seu Jorge achou que eu estava pedindo mais pica e atolou um bom pedaço de vara no meu reto. Gemi de dor e prazer. Ele foi em frente e colocou tudo. Eu me movimentava como uma cadela no cio, rebolando minha bunda com aquela tora toda dentro. - Mete, ai... Mete mais, seu Jorge... Ssshh! Me fode... Me arromba... - eu suplicava. - Rebola, viadinho... Rebola pra apanhar... - gemia ele, aplicando uns bons tapas nas minhas nádegas, que ardiam em brasa por dentro e por fora. Aquilo me fazia ficar ainda mais louco de tesão. - Bate, bate no teu viadinho... Ai, me fode forte... Naquele frenesi, seu Jorge aumentou o ritmo, me comendo com bastante força e violência. Meu cuzinho latejava e eu estava tonto. Em meio a urros e gemidos, ele apertou minha cintura, enterrou toda a rola de uma vez e gozou, inundando meu reto de porra quente. Com a outra mão, ele me punhetava, o que me fez gozar também. Ficamos ali mais um pouco até que sua jeba amolecesse dentro de mim. Então fomos tomar um banho. Pensei que tudo havia terminado, mas estava enganado. Aquele coroa era bem tarado. Enquanto me ensaboava, seu Jorge acariciou meu corpo até chegar na minha pica mole. Logo meu pau estava duro com aquela massagem safada. Ele lavou bem meu pinto, ajoelhou-se na minha frente e abocanhou meu cacete. Engoliu tudo e chupou com carinho, deslizando seus lábios por toda minha rola, num vaivém gostoso. Enquanto isso, ele enfiou de novo seu dedo grosso no meu cuzinho dolorido. Não agiientei e gozei na sua boca. Seu Jorge gozou no meu pé, batendo punheta. Ele levantou-se, me beijou demoradamente e so então terminamos nosso banho. Não demorou muito pra Léo e dona Olga chegarem da cidade e nos encontrarem fazendo faxina no galpão. Ninguém desconfiou de nada. No resto do feriado, não tivemos chance de ficarmos sós de novo. Foram só olhares cúmplices. Depois de voltarmos para São Paulo, ele me convidou para sair e fomos varias vezes para motéis repetir tudo aquilo. Três meses depois, ele acabou alugando uma quitinete e sempre que podemos vamos la, fazer uma "faxina".


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FILME PORNÔ
Autor Desconhecido

" Ola, meu nome é Antonio, sou casado com uma bela morena, seu nome é Cintia de 32 anos, sempre pensei que ela fosse uma esposa fiel e mãe dedicada, até alguns meses atras... O que aconteceu ? Eu vou contar...
Tudo começou a quatro meses, quando nós havíamos marcado uma viagem de férias, estava tudo pronto, tudo arrumado quando eu recebi um telefonema do meu escritório me avisando que um grande negócio que eu vinha gerenciando estava se perdendo, eu mais que rapidamente me decidi a ficar até a situação estar controlada, Cintia ficou desolada, pensou logo nas crianças, eu então a convenci que ela deveria levar as crianças, pois senão eu me sentiria muito triste, ela demorou mas se convenceu que o melhor era mesmo leva-las ao cruzeiro marítimo que ha estava marcado a tanto tempo. Então la se foi a minha familia na viagem.
Eu e Cintia nos falávamos todos os dias, ela me dizia que no começo não estava gostando muito da viagem, mas que depois da primeira semana ja havia se enturmado e as crianças também, então ela estava se divertindo muito, mal sabia eu o quanto... Até que recebi uma fita de vídeo pelo correio, eu coloquei e comecei a assistir era Cintia e as crianças no Cruzeiro se divertindo e me mandando lembranças, até uma parte em que a imagem ficou meio escura, quando se acenderam as luzes, eu vi que era um quarto, logo eu ouvi a voz de Cintia ao fundo ela me parecia meio embriagada e dava muitas gargalhadas, quando ela entrou no campo de visão da lente eu quase tive um enfarto, ela estava acompanha de um rapaz, que eu acho tinha pouco mais de 18 anos, eles estavam se abraçando, beijando e se bolinando, ai o rapaz a jogou na cama e levantou a saia dela e tirou a sua calcinha e começou a chupar a sua xoxotinha, ela delirava e mexia os quadris para cima e para baixo logo ela soltou um grito, eu sabia que ela estava gozando, mas era só o começo, logo o rapaz se despiu e deu a sua vara para ela chupar, para o meu espanto ela começou a chupar com gosto o caralho do garoto, e ainda dizia que tinha gosto de leite ninho e ele tinha cheiro de talco de nenem, ela nunca tinha me chupado em 18 anos de casamento sempre dizia que tinha nojo, mas ali estava ela chupando como uma prostituta no cio.
Logo ele se posicionou entre as pernas dela e foi colocando, na minha esposinha, ela delirava eles ficaram ali naquele entra e sai uns 10 minutos, foi ai que ela gozou gritou como uma desesperada, ai a imagem sumiu, logo voltou com Cintia ficando de quatro e dizendo "Mete no meu cuzinho, vamos arregaça ele, sabia que ele ainda é virgem!".
Era verdade ela nunca quisera dar aquele cuzinho lindo para mim, o rapaz se posicionou atras dela e começou a estocar, quando a cabeça entrou ela deu um grito e disse "Para, para, para ta me matando, ta doendo demais!", o rapaz respondeu "Nossa que delicia você é muito apertada, mas relaxa que para de doer, você é muito gostosa eu não posso parar eu preciso comer este cuzinho apertado que você tem !", e ele continuou, minha esposa começou a gritar, chorar e implorar para ele parar, ai que ele ficou mais excitado ainda e enfiou tudo de uma vez, Cintia deu um berro e se largou em cima da cama, o rapaz continuou até gozar, quando ele tirou eu pude ver o sangue junto com a porra dele, ele então pegou a calcinha de minha mulher e limpou o pau e depois o cuzinho de minha esposa, ele virou ela e deu um longo beijo nela, ai o filme acabou.
Eu fiquei ali estático um longo tempo sem saber o que fazer, resolvi me calar, pois amo muito minha esposa e não queria me arriscar a perde-la e eu achei que tinha sido só um deslize já que ela estava meio embriagada.
Mas os videos começaram a chegar todos os dias, eram de minha esposa com o rapaz, agora ela já estava mais desinibida e praticamente em todos ela estava sóbria e fazia de tudo com o rapaz, até de ponta cabeça ela ficou enquanto ele comia o seu cuzinho, agora já completamente laceado pela vara do rapaz.
No ultimo minha esposa ficou de joelhos e começou a chupar o rapaz e disse que agora estava viciada em pau e que não poderia viver sem ele, e fez ele prometer que quando eles voltassem a viagem ele não a abandonaria.
Depois disso minha esposa voltou para casa e agora quando ela da alguma desculpa para voltar um pouco mais tarde, logo no dia seguinte aparece uma fita de video para mim, e nelas ela faz de tudo e agora ela anda me evitando na cama.
Agora o estranho é que ela mudou de amante e as fitas continuam a chegar, eu pensei que fosse o garoto que as mandava para mim, mas agora acho que é minha própria esposa que as grava e manda para mim, eu estou perdido e não sei o que fazer...


FOLIA COM TIA
E SOBRINHA
Autor Desconhecido


O melhor Carnaval da minha vida foi quando conheci Andréia.
No último dia a loirinha de 1,69m, 56kg e 18 aninhos apareceu na minha vida. Recebi um torpedo dela.
O bilhete que a garotinha me mostrava trazia uma frase enigmática: ?Posso sentar ao seu lado??. Mandei outro torpedo: ?Sim?... Já esperando o pior.
Podia ser sacanagem de algum barbado. Uma coroa sem graça. Jamais imaginei que era a loirinha gostosa, e já estava sonhando em apalpá-la. Fiquei hipnotizado com a beleza da gata.
Tomávamos cerveja, conversávamos ou cantarolávamos, de acordo com a música.
De vez em quando a acompanhava ao meio do salão, e ela arrasava, mexendo a bundinha com as mãos na cabeça, como se quisesse me enlouquecer de tesão. As coisas se precipitaram quando ela foi ao banheiro. Andréia voltou assustada: ?Acredita que não consegui fazer xixi?! Uma sapata me atacou!? O banheiro estava muito molhado, e as garotas tiravam a roupa antes de entrar no boxe. Tiravam tudo. Nessa hora a garota se ofereceu para segurar sua roupa e foi logo cheirando sua calcinha. Ela estranhou e a menina na maior cara dura passou a mão em sua bunda, e a chamou de ?gostosa?. Conseguiu pegar o short de volta, a calcinha ficou na mão da outra.
Ofereci-me para ir atrás da moça, invadir o banheiro das mulheres se fosse o caso, mas Andréia achou que eu só iria arrumar confusão: ? Vamos à casa da minha tia, estou morrendo de vontade de fazer xixi?.
Até hoje não sei se foi tudo invenção. Não havia ninguém na casa de Andréia e ela me mandou ficar à vontade na sala. Sua boceta estava molhadinha, parecia que tinha feito xixi pelo caminho: ?Vou ter que mudar de roupa?.
Deixou o banheiro e me chamou ao quarto. Desceu o short na minha frente e quando começou a tirar a camiseta eu a ataquei. Beijamo-nos ardentemente e começamos um malho fantástico. Enfiei os dedos na sua boceta molhada e ela se entregou de vez. Seus seios médios cabiam inteiros na minha boca. Deitei-a na cama e beijei seu corpo todo.
Andréia adorava ser chupada. Principalmente o grelo. Ela se contorcia feito uma serpente e gozava na minha boca.
O delicioso líquido escorria pelos cantos de suas coxas e eu o chupava com gosto. Nunca vi uma grutinha tão molhada! Fizemos um 69 e Andréia novamente me surpreendeu. Chupava muito gostoso! Queria que eu gozasse em sua boca, a usava como uma boceta. Meu pau entrava e saía sem parar.
Quando gozei descarreguei parte dentro da boca e parte sobre os seios. Estávamos exaustos.
Fomos tomar um banho para voltar à festa, pois Andréia tinha medo de sua tia chegar. Eu estava satisfeito com a gozada e não teria forçado a barra se no banheiro ela não tivesse me atiçado. Andréia pediu para eu ensaboar sua bundinha.
Que drama! Acabei enfiando os dedos em sua boceta e ela, gemendo, pediu para eu quebrar o cabaço. Achei que estivesse brincando. Andréia ficou curvada para a parede com a bundinha empinada. Peguei meu cacetão e apontei para a sua bocetinha raspada. Meti gostoso. Ela gemia: ?Você é o primeiro da minha vida, nunca mais esqueço esse dia...?. Não saiu sangue, mas era verdade.
Meti até cansar e acabei na punheta, diante da boquinha dela, que engoliu todo o meu esperma.
Voltamos para o baile e lá encontramos a tia. Senti que as duas haviam armado para cima de mim. A morena olhou para a sobrinha com cara safada: ?Foi bom??. Andréia riu, sentei-me entre as duas.
Em pouco tempo a morena estava passando a mão no meu pau. Andréia dançava no meio do salão feito uma louca. Feliz da vida. A tia, muito simpática, disse que ?cabaço? só tinha atrás.
E acabou me arrastando de volta para a sua casa. Andréia havia me usado com receio de não se sair bem com o namorado. Agora era uma mulher experiente, dizia a tia, rindo da minha inocência.
Mas parou de rir quando viu o tamanho do cacete que ia arrombar seu rabo. Que Carnaval!




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