segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010


Fantasia Entre Mulheres
Com Direito à Voyeur
Autor Desconhecido

 
Nunca pensei que fosse possível realizar minhas fantasias, pois me foi dada uma formação muito careta. Via estes contos e achava que eram inventados.
Até que, após um dia de trabalho na agencia, uma grande chuva impediu que eu e meus colegas fôssemos para casa. Ficamos poucos, pois a maior parte saiu antes da chuva. Resolvemos improvisar formas de dormir e ficou combinado que cada um ocuparia uma sala. Fiquei com a maior, uma amiga com outra sala e dois colegas na recepção, já que se ofereceram para ficar no pior cômodo.
Como não estávamos preparadas, não tínhamos roupa para dormir e precisávamos das roupas para o dia seguinte.
Minha colega muito assanhada foi tirando a roupa no meu quarto com a desculpa que queria falar comigo e passou pela recepção somente com as roupas intimas.
Fiquei com medo que este comportamento viesse a dar margem a má interpretação pelos meus colegas e que eles viessem a pensar que queríamos aproveitar para fazer uma noitada. Entretanto acredito que de forma subliminar foi a intenção de minha colega.
Carlos e Marcelo eram muito atraentes e não seria uma má idéia.
Porem, como chefe, eu não admitiria isso e ainda por cima nunca havia transado em três, quanto mais em quatro. Eles realmente não estavam mal intencionados, mas quando viram Mariza passar pela fresta da porta, ouvi um cochicho sobre a bunda dela, que era gostosa, mas que eles não imaginavam quanto.
Parei para pensar que eles tinham razão. Quando o silêncio se instalou pude ouvir os dois cochichando sobre sexo e Carlos falou que não agüentava ficar um dia sem dar uma e que não sabia como ia agüentar dormir uma noite ali. Marcelo sugeriu que ele fosse ao banheiro e se virasse na mão. Carlos falou que ia acabar tocando uma punheta quando todos dormissem, pois ele tinha insônia.
Ouvi também ele dizer que ia ficar imaginando que estava comendo as duas (no caso eu e Mariza) ao que Marcelo respondeu que essa idéia tinha deixa-lo excitado também. Disse ainda que minha forma autoritária o deixava pirado e que sabia que na cama eu ficava mansinha. Achei um absurdo o comentário, mas para todos os efeitos eu não teria que estar escutando aquela conversa.
Continuaram falando quem eles comeriam primeiro. Imaginaram comer uma cada uma quando depois falaram que já que era imaginação poderiam comer as duas. Essa historia foi me deixando excitada e resolvi entrar na onda instigando os rapazes.
Como Mariza, tirei minha roupa e passei no corredor da recepção, fingindo que achava que eles estavam dormindo, apenas de calcinha e fingiria surpresa ao vê-los. Fiz então assim, ao passar seminua e encontrá-los acordados levei a mão ao seios numa atitude pudica, bastante convincente e me dirigi ao banheiro.
No caminho pode ouvir Carlos falando que não imaginava que meus peitinhos eram tão tesudos. Marcelo disse que já sacava e que me comia com os olhos mas disfarçava por eu ser sua chefe. Ao ouvir o comentário me dei por satisfeita pois não acreditava ter coragem para passar deste ponto.
Para minha surpresa, quando entro no banheiro fiquei muito constrangida com a cena de Mariza sentada no vaso sanitário de pernas abertas e uma mão acariciava o peitinho pulando e beliscando de um mamilo ao outro e com a outra passava o indicador já francamente viscoso no grelinho. Ela ficou bastante sem graça, interrompendo sua masturbação e tentando disfarçar até que eu, para melhorar o clima, falei que todas as mulheres se masturbam, somente escondem das outras ao contrário dos homens e para exemplificar contei o que ouvi Marcelo sugerindo a Carlos.
Mostrei como os homens lidam bem com a masturbação e que nisso eles faziam muito bem. Neste momento ela me agradeceu o comentário e falou que havia ficado muito excitada de ter dois homens presos numa chuva por uma noite inteira. Para ser franca disse que também fiquei, mas que não levava jeito para estas coisas.
Foi quando senti seus olhos femininos vidrados em meus seios, boca entreaberta e seguindo o olhar até minha bocetinha. Confesso ter ficado molhada somente com seu olhar. Percebendo a minha reação, Mariza me pegou pela cintura encostando seu sexo no meu e disse que na verdade sentia atração por mulheres e achava que eu deveria sentir também, mas que da mesma forma tinha medo de ser confundida com lésbica, pois não passava de uma curiosidade. Falei que sim e que naquele momento, toda a minha caretice estava indo abaixo substituída por um enorme tesão, agravado pelo contato de seu sexo.
Não deu outra, nos enroscamos num beijo lento, sem língua, beijando e nos lambendo mutuamente no rosto e pescoço, como gostaríamos que os homens fizessem antes de partir para o pesado, depois de um beijo de língua bem molhado, Mariza foi descendo em direção aos meus peitos, que estavam durinhos e louco para serem chupados.
Neste instante me soltei de vez e ataquei seus peitos também, que eram grandes , duros e arrebitados e começando a esfregar uns nos outros. O meu pequeno em seu grande o seu grande no meu rosto e eu ia enfiando meus peitos em sua boca com vigor, na busca de sensação cada vez mais intensas.
Senti naquele momento sensação que nenhum homem poderia me dar. Peito macio no meu peito durinho num verdadeiro balé. Sutilmente percebi que nosso colegas perceberam e que estavam a espreita muito discretamente achado que nos não sabíamos. Isto me deu mais tesão, saber que o nosso prazer estava deixando eles doidos e quem sabe eles aprendessem a aula de como deixar uma mulher louca.
Estava louca realmente, pois aproveitei a chance única para soltar a franga para comer e ser comida por outra gata. Fui sugando seus peitos dourados, sua barriga, virei-a de bunda para mim, mordi seus glúteos, lambi sua área pré-anal, lambi seu cuzinho e enfiei um dedo lá e outro na bocetinha. Senti que ela estava se aproximado do gozo pois estava bastante molhada e sem precisar tocar no seu grelinho este tremia sozinho anunciando o gozo próximo. Neste momento, somente no sexo com mulheres, a outra é capaz de perceber que precisa dar também na mesma intensidade e me fez deitar no chão agarrando minha boceta e chupando de forma ritmada sem ser rápida, curtindo, com a língua bem molhada.
Desta vez senti que ia gozar e pedi para enrolarmos um pouco mais. Foi apenas nesta hora que Mariza percebeu que éramos observadas e me falou ao ouvido para deixá-los de lado que iríamos ter a nossa transa até o fim. Aceitei, pois já estava no auge do meu tesão. Ela, como era experiente, me falou que gostava de sexo oral mas que esta não era a única forma para as mulheres gozarem. Isso era apenas uma preliminar. Não entendi. Foi quando ela me faz sentar de pernas bem abertas no chão e meio reclinada e veio com determinação para cima de min.
Pediu para eu colaborar segurando meus grandes lábios bem abertos expondo meu grelinho.
Quando terminou a manobra vi que ela fez o mesmo e se dirigiu de frente para mim, com aquele montinho duro e estufado pedindo apenas que eu o lubrificasse com a língua para deslizar. Ao que atendi prontamente com mais uma beijada naquele grelo rosinha e limpo, sem pêlos na bocetinha.
Voltei para minha posição de costas, inclinada e com as pernas bem abertas e, num instante, Mariza encaixou sua xoxota na minha e senti seu grelo duro, molhado se atracando com vigor ao meu.
Somente quando os dois estavam íntimos e colados, soltamos os grandes lábios que os escondiam e nos entregamos a um abraço cheio de mãos, apertões e beliscões, beliscadas na bunda uma da outra, beijos de língua já bastante babados pelo descontrole total que nos encontrávamos e travamos um rec. - rec. dos grelinhos, roçando um no outro, com bastante ritmo como numa foda com um pau, mas sem sentir falta naquele momento, que resultou num tremor que vinha nos invadindo e progredindo deste para um orgasmo enorme, onde ao final, que foi simultâneo, salivávamos muito, babávamos e sentíamos nosso tremor ir se despedindo do corpo com grelinhos ainda duros e já quase cutucando um no outro, sendo ainda surpreendidas por ondas e tremores de nossos grelos.
Os rapazes intensificaram sua punheta e caíram sentados no corredor, fato que não foi registrado por nós.
Aguardamos a moleza passar e, discretamente, fomos para nossos cômodos improvisados, fingindo que não sabíamos que tínhamos sido vistas por eles


*
Foda No Cubatão
Autor Desconhecido

" Amigos, sou de Santos hoje tenho 25 anos, e não sou nenhum tipo atraente, sou baixinho, meio-gordinho, e nem bem-dotado, embora nenhuma garota até hoje tenha reclamado, o que elas mais reclamam é da grossura que costuma deixar as xaninhas completamente arrombadas.(mas no fim acabam adorando).
Bom, vamos ao que interessa, como contei nunca fui um tipo cheio de mulheres, e esta história aconteceu quando eu tinha uns 20 anos, trabalhava em uma firma ligada ao porto, e uma amiga minha da qual eu havia sido padrinho de casamento me convidou para no sábado irmos ao aniversário da prima dela no Casqueiro(bairro do Cubatão - cidade vizinha a Santos) - a prima dela era uma gorda feiosa que às vezes ficava se jogando pra cima de mim, mesmo assim pensei que Renata(a irmã de minha amiga) deveria ir, eu já havia dado uns amassinhos em Renata, mas neste dia da festa de Cubatão ela fez um "cú doce" danado, eu fiquei meio puto, mas sentar ao lado de uns amigo do esposo de minha amiga e do próprio(André), quando comecei a filmar que três meninas olhavam para a nossa rodinha(mas pensava quem sou eu, tem cinco caras aqui!!!), passado alguns minutos, André foi para fora da casa e as três meninas foram atrás, daqui a pouco volta ele dando tapas na cabeça e dizendo"Cara, eu não acredito sabe aquelas três meninas, elas foram atrás de mim para falar pra vc que as três querem ficar com vc, é só vc escolher uma" –
pensei que era sarro, mas aquilo ficou na minha cabeça, e o André toda hora insistia, e realmente as meninas não paravam de olhar - despistei e agora foi a minha vez de ir para fora da casa, e não é que elas vieram atrás, uma era muito feinha, a outra era bonitinha, mas muito carinha de criança, mas a terceira(um fenômeno) - Silvia Letícia, com seus 16 aninhos e cara de demoninho - elas se chegaram, começamos a conversar, mas era visível o meu interesse por Silvia e as outras duas resolveram entrar protestando:
"Já sacamos que nós perdemos" - fiquei a sós com Silvia, e falei vamos dar uma volta no quarteirão, e foi só virar a esquina para beijá-la - Silvia tinha 1,60 de altura, loira com um corpo escultural de dar inveja a muita capa de Playboy, nossas línguas se enrolaram em um beijo inesquecível, mas aí veio o susto:"Meu namorado!!" eu não acreditei "Você tem namorado?" "tenho!!! vamos depressa" ela me fez seguir a rua, e fomos parar na Marina do Cubatão - um lugar calmo e deserto, aí pudemos nós beijar e começarmos as bulinações, QUE BUNDINHA!!! QUE BUNDINHA INESQUECÍVEL - depois de quase uma hora de amasso, resolvemos voltar, pois não sabia se minha amiga queria ir embora, mas combinamos de nos encontrarmos outra vez.
No outro final-de-semana, eu liguei para ela e Silvia me pediu qu eu fosse até o seu encontro, não titubiei, lá estava eu no Casqueiro novamente!!! Ao me encontrar ela falou: "Você vai conhecer os meus pais" - pensei : "que roubada!!!" –
Ela me levou até sua casa, mas chegando lá, não havia ninguém, ela me explicou que seu pai que era médico estaria em uma convenção e sua mãe tinha ido junto, a casa só era minha e dela, na hora quase gozei de excitação, um beijo longo com as mãos puxando as roupas desesperadamente. Vi aqueles peitinhos bicudos, que se encaixavam perfeitamente em minha boca, pude acariciá-los com minha língua e mão, mas realmente estava louco pra ver aquela bundinha que eu já havia acariciado, mas não havia visto, em instantes tive a visão mais linda da minha vida, a lambi de cima a baixo, enquanto ela mordia onde ela alcançava, comecei a chupar o seu grelinho, e pela abertura da sua xaninha a sua virgindade já tinha ido pro espaço a algum tempo, chupei, chupei até ela ficar totalmente louca de tesão, aí peguei o seu buraquinho e enfiei a língua lá dentro, ela gritava "O que vc está fazendo?" e depois da décima pergunta eu respondi para que ela na próxima estocada de língua gozasse como uma louca, e o líquido de seu gozo começou a escorrer fazendo aquele barulhinho fantástico, pensei que ela ia desfalecer com aquele gozo louco, mas pelo contrário, ela subiu em cima de mim e falou "agora é a sua vez",



arrancou minha calça e começou um boquete com aquela línguinha macia, que delícia!!! ela se virou dando a bundinha para que eu brincasse, comecei a lamber o seu cuzinho e enfiar um dedido atrás, gozei muito naquela boquinha, que fez questão de engolir tudo, e continuou chupando, mesmo com os meus protestos, mas depois de uns 20 segundos os protestos eram pedidos de chupa mais, e ela me fez gozar pela segunda vez em sua boca enquanto ela gozava pela segunda vez agora com dois dedos no seu cuzinho.
Depois de uma breve pausa para um suco que nos esperava na geladeira, ela me atirou no chão gelado da cozinha, me falou "não sai daí que eu já volto", foi até o quarto e trouxe duas camisinhas, ela mesmo fez o trabalho colocando uma e depois a outra por cima da primeira, e falou "eu quero sentir este grossão me arrombando"
Subiu em mim e começou a galopar como uma peoa, cada descida que ela dava era um grito de prazer, ficamos neste galope por mais 15 minutos, quando ela pediu para que eu a fudesse de quatro, que visão, aquela bundinha a mostra e aqula xaninha que eu estava arrombando mais do que á era, ela me ajudou a encaixá-lo e dizia que só pelo minha cara eu deveria ter um pau grossão daquele jeito, ela o encaixou e começamos uma trepada que jamais vou esquecer, ela gozou em questão de mais uns 10 minutos, mas como eu não havia gozado ela começou a fazer um show com o meu pau, passava na cara, nos peitos, na vagina, na bunda, eu me senti como um vibrador que percorre um corpo, e ela pediu para que eu tirasse a camisinha pois ela queira sentir o meu gozo em seus peitos,
ela começou a chupá-lo e depois encaixou o meu pau em seus peitos até eu gozar, ela esfregava o meu gozo e dizia que estava adorando, fomos tomar um banho, e depois dar uma volta,
Chegamos a nos encontrar algumas outras vezes, mas nada de SEXO, depois perdemos o contato(infelizmente) –
O que mais sinto foi não poder ter comido aquele cuzinho que com certeza aquela altura não comportaria o meu pau.
Hoje estou namorando a 4 anos, minha namorada é uma pessoa maravlhosa, só que na cama deixa muito a desejar.


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