sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010


A ESPOSA FAZENDO PROGRAMA
Autor Desconhecido


O casal estava esperando no local combinado, em uma rua de boates e motéis de alta rotatividade. Léa (nomes fictícios) estava com uma mini-saia e blusa de botão sem sutiã, bem ao estilo das várias garotas que "trabalhavam" nas ruas da região, mas sem a pintura exagerada e vulgar no rosto.

Enquanto esperavam, muitos homens olharam com volúpia para ela, alguns disseram coisas como "gostosa", e dois chegaram a perguntar o preço e em que horário ela estaria alí disponível. Quando Euler chegou, nem ele nem o casal tiveram dificuldades em reconhecerem-se na "multidão", pois já haviam previamente descritos suas vestimentas, o que tornaria impossível qualquer confusão. Todos os detalhes de como seria a aventura sexual já haviam sido acertados por e-mail e fone, e, conforme combinado, nada foi dito além de já partirem diretamente para a "fantasia sexual". Os cumprimentos foram poucos, Euler aproximou-se do casal e olhou Léa atentamente de cima a baixo, e disse: - "Hmm, material novo no pedaço! Dá um giro aí para eu dar uma olhada na mercadoria, vai..." O que tanto Léa como seu marido, Luís, sentiam era um misto de muito nervosismo e muitíssimo tesão.
Pura adrenalina e excitação, como talvez não tivessem sentido nem mesmo quando tiveram sua primeira transa na adolescência. Ela, meio sem jeito, deu o giro.
Quando parou, Euler foi por trás e apertou-lhe o traseiro: "Você é muito mais gostosa que qualquer outra das putinhas fazendo ponto nesta área. Vamos fazer um programinha?". Então grudou em um abraço nela por trás e encheu suas mãos nos seus seios:
"Que peitos deliciosos que você tem. Vai ser uma delícia quando eu estiver te comendo, minha putinha." Alguns transeuntes pararam para ver Léa sendo bolinada ali no meio da rua.
Euler disse a eles: "Se vocês gostaram da putinha, voltem aqui daqui a pouco, porque quem vai comer essa bocetinha sem-dono agora sou eu e o meu amigo aqui." Disse, apontando o próprio marido de Léa.
Os três então seguiram em direção ao carro. Luís dirigiu para um motel enquanto Euler foi no banco de trás com Léa. No caminho mesmo ele já a ia despindo, sempre fazendo comentários ultrajantes: "Abre as perninhas pra eu ver a sua calcinha... Hmmm, calcinha de rendinha azul! Se arrumou com gosto para ser bem comidinha, não é? Deixa eu apalpar sua bocetinha... Vai, abre essas perninhas que hoje você é a minha garota de programa e de mais ninguém..."
Assim foi até entrarem no quarto, onde Léa teve que fazer um strip-tease para "agradar o seu cliente", sempre obecendo as instruções dele, geralmente ditas em tons ultrajantes.
Quando ela já estava nua, Euler colocou seu pau longo e extremamente duro para fora e perguntou-lhe: "Você chupa também, ou só dá a bocetinha?... Não; é claro que chupa. Se não chupar eu te denuncio pro seu cafetão. Abaixa aqui, fica de quatro.. Isso.. Agora abre a boquinha..." Enquanto ela o chupava, Euler dirigiu-se ao marido: "E você, motorista... Você vai me ajudar a comer essa prostituta que arranjei hoje.
Enquanto ela me chupa, entra aí debaixo dela e dá aquele chupão na sua bocetinha como só você sabe, para deixá-la bem amaciadinha para receber o meu pau." Luís caprichou numa longa chupada, até sentir o líquido do tesão escorrendo pelo seu rosto à medida que a boceta da esposa ia ficando mais receptiva.
Quando Euler percebeu que ela estava numa excitação incontrolável, dirigiu-se para trás de Léa, dizendo ao marido: "Sai daí, motorista, que não é para ela gozar na sua boca.
Ela vai ter que gozar é no meu pau. Saí daí pra eu ver se você fez um bom trabalho - se você preparou ela direitinho..." E dizendo para ela: "Não, minha cadelinha, não precisa ir pra cama, não.
Vou te comer assim mesmo de quatro, que nem uma cadelinha no cio." E enterrou seu pau na boceta encharcada dela por trás, mandando-a que rebolasse, que chupasse o pau do marido, etc, sempre com comentários ultrajantes e passando-lhe a mão por todo o corpo, especialmente nos seios. Assim eles transaram várias vezes.
Na primeira pausa que fizeram, quando o marido preparou-se para transar com ela também, Euler protestou: "Que é isso, motorista? Que liberdade é essa? Não senhor, essa putinha é minha. Se você quiser comer bocetinha de programa, arranja outra pra você. Eu não quero dividir essa daí não.
Depois que eu acabar eu deixo você comê-la também. Mas ainda não acabei. Por enquanto, essa bocetinha sem dono ainda está em uso. Pode ter a paciência aí."
Tamanho era o tesão acumulado de Luís, que ele acabou por gozar na boca de Léa, o que rendeu mais comentários humilhantes da parte de Euler.
No fim da noite, o marido motorista ainda levou Euler de volta ao seu carro, antes de finalmente poder ir correndo com sua esposa, já devidamente comida por outro, para casa, onde tiveram a transa mais explosiva das suas vidas
______________________

CASAL PERFEITO
Autor Desconhecido


"Tudo começou em um dia em que, de volta da faculdade, encontrei, ao chegar à minha prima Sônia ? uma coisinha linda, com tudo em cima. Nessa noite ela estava chorosa e chorosa me contou que havia terminado seu noivado.
O motivo, disse-me ela, era porque seu noivo, Ricardo, vivia de porre. Era o tipo do cara que não lhe dava a atenção eo carinho que merecia. Há um ano e meio ela vinha suportando uma situação desagradável, esperando apenas uma oportunidade para acabar com aquilo de uma vez pôr todas. Suas lágrimas, portanto, eram de felicidade. Finalmente, ela se livraria do bebum.
E eu tive cuidado de convidá-la para um chope ? aleguei que a bebida a faria relaxar. Fomos então para um barzinho pôr ali mesmo, onde eu realizaria milagres na emotividade de minha priminha. Quando nos sentamos à mesa, notei que mil pares de olhos masculinos se dirigiam para o corpo escultural de Sonia. Suas coxas, desnudas, e com tenue camada de pelos dourados, davam prazer de se ver. Foi assim que, ao acaso, surgiu uma oportunidade que eu tanto aguardara e que agora se oferecia como que um presente dos deuses.
Usaria para seduzi-la, toda a minha sutileza e diplomacia. Após uns três chopes, Sonia, agora mais calma, sugeriu que tomássemos um uisquinho, pois o chope lhe trazia recordações desagradáveis. Chamei o garçom e pedi duas doses de um bom uisque.
Eu sabia que, depois que ela bebesse, o meu objetivo seria mais fácil de alcançar. Não estava me sentindo o melhor dos caracteres, mas o apelo da carne é mais forte do que qualquer pieguice moral.
Eu já acariciava as coxas de minha prima pôr debaixo da mesa. Sonia, já inteiramente inebriada pelo uísque e pôr minhas piadas picantes, fez uma pausa no riso e disse-me que não comia nada havia horas. De caso pensado, paguei a conta e rumamos no meu carro para um simpático restaurante, que tinha pôr vizinho um aconchegante motel. No caminho, Sonia viu, no banco de trás do automóvel, um sutiã ? com certeza de alguma gatinha da faculdade. Notei, antes pelo brilho de seus olhos que pôr suas palavras, que aquilo a deixou excitada. Aproveitei e contei-lhe uma meia dúzia de aventuras que vivi com algumas de minhas colegas de classe, tendo o cuidado de carregar nas tintas do erotismo. No restaurante, após comermos alguma coisa leve, iniciamos um papo sobre a liberalidade ? em todos os níveis ? da mulher. A coisa começou e esquentar e, sem que eu esperasse, Sonia, puxando-me contra si, beijou-me deliciosamente sob os olhares admirados de alguns fregueses do restaurante. Pôr debaixo da mesa, e com muita discrição, minhas mãos roçaram, suas coxas roliças e peludas. em pouco tempo, meus dedos endiabrados penetraram em seu sexo ardente tirando-lhe sufocados gemidos de prazer.
Sentindo que estava na hora da decisão, chamei o garçom e pedi que me trouxesse a conta. Sem perda de tempo, entramos no carro. Ficamos os dois em silêncio até que estacionei na garagem do motel.
Sentia, tale era o meu tesão, um friozinho louco me percorrendo a barriga. Dei a volta na chave. Sonia, deixando-me adivinhar sob o jeans sua bundinha empinada e carnuda, era uma promessa de prazeres sem fim. Eu quase não acreditava no que estava vivendo. Ela, em sua deliciosa embriaguez, meteu-se logo debaixo do chuveiro, não sem antes me proibir de entrar no banheiro.
Foram momentos de intensa expectativa. Louco, com o membro duríssimo, fiquei imaginando a água tepida escorrendo pôr todo aquele corpinho gostoso. Mais um pouco e da saiu, vestida como entrou. Sentiu-se descalça na beira da cama. eu, ajoelhando-me à sua frente, comecei a beijar-lhe os pezinhos de formas perfeitas. Sonia deixou que seu corpo caísse sobre a cama. Fui subindo com a língua sobre suas pernas. Beijei-lhe ternamente o joelho e continuei subindo. Meus lábios, língua e dentes acariciaram o interior de suas coxas.
Ela se mexia levemente. Levantei sua saia de modo que somente sua calcinha branca lhe tapava o sexo. Beijei sua vagina sob o leve tecido branco. Rocei meu nariz entre seus grandes lábios e, levantando um pouco a cabeça, friccionei minha língua sobre sua vulva. Senti que o tecido começava a se umedecer e aquele líquido que se desprendia de suas entranhas inundaram as minhas narinas com um perfume sem igual. Ao mesmo tempo, minhas mãos apertavam-se sobre seus seios. Sentia os mamilos se intumescerem debaixo de meus dedos. Sonia gemia e, sem que eu pedisse, baixou a calcinha. Louco de tesão, enfiei a minha língua inteira em sua vagina.
Ela gritou, apertou minha cabeça contra sua pelve cabeludíssima que se agitava ritmicamente contra meu rosto e anunciou, aos gritos e gemidos, que estava gozando. Eu, não resistindo a todos aqueles estímulos, livrei-me de minhas calças e cuecas e, abandonando a carícia oral, penetrei-a em movimentos vigorosos. As marcas no lençol deixaram bastante claro que se tratava de uma virgem.
Essa evidência, perto de meu membro esfolado, quase não dizia nada. Pela primeira vez em minha vida, rompi um himen. Depois de tanto prazer, de tantos gozos e da minha absoluta surpresa, adormecemos pôr mais de uma hora. Quando acordei, de membro ereto, estava roçando as nádegas carnudas de minha prima. O cheiro de sexo ainda inundava o quarto. Sonia, esfregando-se em mim, demonstrava, com os movimentos de sua bundinha tentadora, que queria receber tudo a que tinha direito. Não me diz de rogado.
Saboreei seus beijos deliciosos, e meus dedos penetraram em sua gruta, levando-a a atingir orgasmos múltiplos. Depois, foi ela quem teve a iniciativa e virou-se oferecendo-me seu buraquinho ? também virgem. Comecei, bem devagar, a colocar minha glande em sua pequena abertura anal. Como senti certa dificuldade na penentração, tive o cuidado de passar um pouquinho de creme lubrificante. Foi fantástico. ela gemia a cada centímetro que entrava. Eu, cavalheiro, ia pondo devagar.
Quando estava tudo dentro, foi que fiz Sonia subir pelas paredes, pois iniciei os movimentos mais selvagem de que fui capaz. Cada vez que eu entrava e saía de dentro de minha prima, arrancava-lhe lágrimas e gritos de dor e de prazer.
Ouvindo seus soluços, quis parar. Porém ela me implorou, soluçando, que continuasse. ela gozou mais de três vezes e, ao fim de certo tempo, pediu que a inundasse com o meu leite quente e farto. Fiz-lhe a vontade e ejaculei todo o meu gozo em suas entranhas em fogo. Foi um orgasmo fantástico, desses de que as palavras não traduzem as sensações.
Saciados, relaxados nossos desejos, ainda levemente sob os efeitos do álcool, adormecemos abraçados. Antes, porém, em mil beijos e carícias, demonstramos um ao outro o tanto que nos queríamos bem.
E, no outro dia, amanhecemos fazendo amor.
Desse dia em diante, passamos a viver juntos e hoje somos o que a maioria se preocupa em rotular de: casal perfeito"



Nenhum comentário:

Postar um comentário

Conte sua fantasia