sábado, 13 de fevereiro de 2010


ESPOSA DE AMIGO MEU PRA MIM É.......
AUTOR DESCONHECIDO
.
"Conheci Graça na empresa onde trabalhava.
Na época, a gente estava sempre junto, embora nosso relacionamento não passasse de uma grande amizade. Nem um beijo sequer, apesar da minha grande vontade e desejo.
O relacionamento continuou assim até que ela passou a namorar justamente um amigo meu, casou-se e saiu da empresa. Eu também me casei, meu interesse por ela foi se esvaziando e acabei esquecendo a história que gostaria tivesse sido diferente para nós.
A amizade continuou, no entanto, porque permanecemos morando bem próximos um do outro. Nossos encontros eram freqüentes, seja em reuniões em casa, seja na escola, quando buscávamos nossos filhos. Nessas ocasiões sempre brotavam algumas lembranças em comum do passado, mas jamais revelei minha atração oculta por ela. Certa vez, encontrei Graça casualmente no ponto de ônibus.
Como, coincidentemente, íamos para um mesmo destino, sentamo-nos juntos. Perguntei se estava tudo bem com ela, os filhos e o marido. Ela disse que estava tudo ótimo, mas sentia a necessidade de se soltar mais, que era muito tímida e retraída. De fato, Graça foi sempre uma mulher calada. O que me surpreendeu é que aquilo que ela dizia parecia ter um significado diferente.
Fiquei confuso, tentando interpretar as palavras dela, quando Graça mudou rapidamente de assunto para dizer que passaria a pegar o ônibus sempre naquele horário e talvez nos víssemos com mais freqüência.
Comentei que às vezes ia de carro e, se quisesse, poderia lhe dar uma carona. Graça aceitou o convite. Passei a levá-la ao serviço, que ficava no caminho do meu, pelo menos três vezes por semana. Ela continuou insistindo, em nossas conversas, na sua necessidade de mudar o comportamento.
Eu queria muito saber o que significava esse desejo, temendo que estivesse com idéia equivocada sobre ela. As coisas passaram a ficar mais claras quando, certa manhã, ela entrou no carro com um sorriso diferente, um brilho nos olhos muito especial, que contrastava com o dia chuvoso, cinzento e friorento.
Ela sugeriu que, em vez de seguir o caminho normal de todos os dias, eu tomasse outro percurso, sem dar maiores explicações. Demos de cara com uma praça, onde pediu que parasse. Graça livrou-se rapidamente do cinto de segurança e atirou-se sobre mim, abraçando-me pelo pescoço e estendendo a mão em busca do pinto por cima da calça. A chuva continuava forte e, com as janelas do carro fechadas, os vidros ficaram totalmente embaçados. Graça e eu, naquele aconchego, demos início a uma sessão de malhos eróticos em que acariciei e beijei os seios de bicos rosados e durinhos.
Ela abriu o zíper da minha calça, empalmou o caralho e passou a bater uma gostosa punheta. Ela parecia não conter-se de tanto desejo, alternando a punheta com deliciosos apertões no cacete e mordendo os lábios. Graça não resistiu em inclinar a cabeça para chupar o pinto, que latejava de prazer.
Ela mamou com tamanha sensualidade e habilidade que não tive como segurar o gozo, que chegou forte e encheu a boca dela de porra. Parte do abundante esperma escorreu pela lábios e lambuzou o rosto e as mãos dela. O meu gozo parece ter-lhe aquietado parcialmente o fogo que tomava conta do corpo dela.
Ela me deu um forte abraço e confessou que vinha sonhando com aquele momento há muito tempo. Passamos a pagar pedágio nessa praça, com chuva ou sem, todos os dias que lhe dava carona, para rápidos momentos de carícia e prazer. Com o tempo, no entanto, passamos a sentir que isso apenas não bastava, queríamos cada vez mais. O tesão acumulado se tornou tão insuportável que sugeri a ela um encontro no motel. Graça respondeu que tinha muito medo, que nunca fora a um motel e muito menos traído seu marido.
Não entendi bem o conceito de traição que ela tinha, afinal entre nós já havia acontecido de tudo, menos a penetração. Ainda assim, ou por isso mesmo, não desisti. Disse-lhe que entendia o sentimento dela, mas também que meu tesão era muito grande e estava ficando insuportável. Graça acabou cedendo.
Inventamos uma desculpa qualquer e ambos ligamos para a empresa, que trocamos por uma manhã de prazer no motel. O primeiro momento de prazer ocorreu quando vi desnudo por inteiro o corpo daquela morena que tinha sido minha grande paixão durante toda a vida. Os peitinhos redondos, a bundinha camuda e arrebitada, a xoxota coberta por pelinhos negros e finos, tudo era maravilhoso no corpo dela. Para começar, provei o sabor de cada parte dela com um verdadeiro banho de língua. Iniciei pelos peitos, desci pela barriga, avancei até a virilha, onde pude sentir o doce perfume da boceta. Dei um tempo, roçando levemente o nariz nos pentelhos para saborear o delicioso odor da gruta, antes de meter a boca na xoxota e a língua no grelinho. Graça passou a emitir gemidos cada vez mais altos, abriu as pernas e esfregou a boceta na minha cara.
Recolhi e saboreei o líquido de prazer que inundava a boceta e ela dizia que não agüentava mais e estava para gozar. Como não queria que ela chegasse ao gozo e minha vontade era continuar beijando aquele corpo, abandonei a xoxota e voltei aos seios, que suguei mais um pouco, antes de virá-la de costas. Passei a língua em toda a extensão de suas costas até chegar à bundinha. Graça empinou ligeiramente as ancas para facilitar o acesso de minha língua ao seu cuzinho rosado e piscante. Perguntei a ela se não se incomodava com as carícias no rabinho, porque minha intenção era comer-lhe o traseiro depois. Graça comentou que seu marido já havia tentado comer sua bunda, mas desistiu porque ela sentiu muita dor. Para não forçar a barra, voltei à boceta. Ela já não agüentava mais de tesão e pediu que metesse o cacete na xota.
Sem que eu pedisse, ela ficou de quatro, para me receber por trás. Graça esticou o braço para trás e conduziu o pinto para encaixá-lo na entrada da boceta. O pinto praticimente deslizou túnel dentro porque a xoxota estava encharcada de líquido. Ao mesmo tempo que comandava as estocadas, sincronizadas com os movimentos da bunda dela, acariciei o anelzinho do rabo com o dedo, sem penetrálo.
Graça parecia curtir a brincadeira, estendeu a mão por baixo e passou a bater uma gostosa siririca, o que redobrou o prazer, tanto dela quanto o meu. Aumentamos o ritmo das bombadas e gozamos juntos. Embora satisfeita, Graça parecia querer mais, dando a entender que queria tentar o sexo anal comigo, pois, depois de acariciar e deixar o pinto duro novamente, virou-se de costas para mim.
Encostei o rosto na bunda dela e, mais ousado desta vez, passei a lamber o cuzinho, tentando meter a língua nele. Mais relaxada, ela ficou de quatro para facilitar minhas carícias. Enfiei um dedo para lacear a entrada, que lambuzei com a saliva, e encostei a cabeça do pinto. Graça arrebitou ainda mais a bunda e pressionou contra o caralho, mas, ao sentir a invasão, recuou instintivamente, embora sem desencaixar a chapeleta do anel. Parei por um momento e fiquei sentindo o cuzinho piscando e mordendo o mastro.
Forcei novamente e avancei até a metade. Ela soltou um urro de dor, fiz que ia tirar, mas ela impediu, segurando-me pelas pemas. "Não pára... Tá doendo, mas é muito bom... Quero chegar ao prazer também por trás. Enfia ele todinho dentro de mim..." Segurei-a pelos quadris e atolei a vara até o talo. Quando comecei o vaivém, Graça passou a rebolar, gemer de prazer e dizer que estava adorando.
O cuzinho dela, muito quente, piscava incessantemente, levando-me ao gozo em pouco tempo. Tocando uma siririca na boceta, ela também chegou ao orgasmo.
Totalmente saciada, Graça confessou que aquele tinha sido o momento de maior prazer em toda sua vida.

 
Em tom de desabafo, disse que o descaso do marido, mais preocupado com a bebida e os amigos, fazia com que sentisse muita falta de um homem carinhoso que desse todo o prazer que eu havia lhe dado.
Emocionada, contou ainda que, derrubada a barreira psicológica que impedia um relacionamento extraconjugal, ela estava disposta a repetir aquela experiência muitas outras vezes.
De minha parte, em nenhum momento fiquei com peso na consciência por estar transando com a esposa de um amigo meu. Simplesmente porque entendia que não èra certo deixar que uma mulher como aquela, que eu tanto desejei, privasse de momentos tão agradáveis e prazerosos comigo.
Somos amantes até hoje e temos uma vida sexual cheia de fantasias e loucuras.

 
*

 
FODENDO E CONVERSANDO COMO PAI
AUTOR DESCONHECIDO

" Ah ...! O início de namoro ...! Que coisa gostosa , o tesão era tanto que as vezes nem dava tempo de chegar ao lugar marcado da trepada , acontecia no meio do caminho. De minha parte nunca negava , também aquela loirinha gostosíssima com aquele olharzinho de safada ninguém resistiria e sem falsa modéstia também desperto um certo tesão na mulherada , com a Aninha não era diferente.
A história começou quando seu pai nos convidou para irmos ao seu sítio ver o seu novo cavalo.
De cara a sacanagem já bateu na cabeça : -- seu Pedro vai na frente que depois a gente vai.
Demos uma desculpa esfarrapada ele engoliu e se foi.
Esperamos uma meia hora em sua casa sob os olhares de sua mãe e partimos em meu carro. Nem bem saímos do perímetro urbano e aninha já estava de boca no meu pau enquanto já abaixava a tanguinha que usava por baixo da mini saia .
Eu nem conseguia dirigir, com uma mão no volante e outra na bundinha dela , eu só procurava um lugar na estrada que pudesse parar para estuprar aquela tarada. Um quilômetro de boquete e achei uma estradinha secundária encoberta por uma moita de bambu .
Descemos apressados e sem falar uma só palavra eu a empurrei sobre o capou do carro e meti a rola com força , do jeito que ela gosta e a gemeção foi grande : -- vai filho da puta , fode , fode fode, aiiiiiii , aiiiiiii , que delícia ! Eu aproveitei e enfiei um dedo no seu cuzinho e outro brincava com o grelinho , ela rebolava e empurrava a bunda para trás, quando estava quase gozando eu parava e ela enlouquecia: -- Não para , não para , mete mais seu puto ! Eu passava a mão com força nas suas costas , chupava sua nuca dava uns tapinhas na sua bunda , tudo com o pau fora aí ela não aguentava agarrava meu pau a força e enfiava de novo na sua xoxotinha e rebolava .
Repeti isso umas três vezes até que não agüentei e praticamente mijei na sua bucetinha , tanta era a quantidade de porra , ela Não parava de gemer e rebolar , até minha rola amolecer dentro dela.
Ficamos abraçados nesta posição um tempinho , depois trocamos um beijo gostoso e continuamos rumo ao sítio. Paramos o carro na porta da casa e entramos sem encontrar ninguém . Pronto, mais sacanagem.
Ela olhou pra minha bermuda que já estava estufada de novo e quando foi dar o bote ouvimos seu pai nos chamar a uns 200 metros da casa onde o cavalo estava sendo selado.
Chegamos na janela , que era da altura do nosso tórax e nos debruçamos para conversar com seu Pedro enquanto dava um trato no cavalo, porem minhas mãos abaixo da janela já passeavam pela bundinha da Aninha que também segurava o meu pau e tudo com a maior naturalidade.
Aí começou a esquentar , ela se abaixou botou minha rola pra fora e ficou mamando e eu tentava disfarçar elogiando o tal cavalo .
De repente, ela parou o boquete e disse para trocar de lugar comigo.
Inacreditável, ela estava com a calcinha no meio das pernas e esfregava a própria bundinha com as mãos levantando um pouco a sainha. Ela virou a bundinha para o lado que ,era para min não aparecer na janela e abriu as pernas , eu não acreditei, meti-lhe a rola enquanto ela conversava com o pai , rebolava e sussurrava : -- olha lá o seu sogrinho , penteando a crina do cavalo enquanto a filhinha goza na sua piroca !
De repente levantava a voz gozando : -- Monta nele pai ! Montaaaa ! Montaaaaaaa !
E enchi de novo aquela xoxotinha de porra enquanto o seu pai a repreendia pela sua pressa em o ver montar no animal : Calma filha já vou ! Santa ingenuidade ...
Por fim acabamos de nos vestir e fomos para perto dele ,quando ela fez questão de montar antes do pai e melar a sela com minha porra que escorria da sua bucetinha. Ficamos por lá o resto da tarde

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Conte sua fantasia