quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010


EROTISMO E PRAZER NO VESTIBULAR
AUTOR DESCONHECIDO

 
"Eu trabalhava numa empresa em São Paulo quando fui transferido para a filial em Londrina, uma cidade do Norte do Paraná. Solteiro, em pouco tempo conheci uma garota muito bonita, a Mariana. Passamos a namorar e, em menos de um ano, estava casado com ela. Minha vida conjugal com Mariana sempre foi muito boa, principalmente na cama, onde nosso entrosamento era perfeito. Um motivo a mais para que nem pensasse em trair minha esposa.
Até o dia em que, já morando em Curitiba, Mariana comentou que sua irmã mais nova ficaria em nosso apartamento, por alguns dias, para prestar vestibular. Não me importei com isso, afinal era minha cunhada que conheci ainda menina-moça, um tanto desajeitada, nos anos que morei em Londrina.
A Gisele que apareceu em nosso apartamento naquela noite chuvosa não era nem caricatura da imagem de adolescente que permanecera na minha lembrança. Ela havia se transformado numa linda e deliciosa moça. Os olhos continuavam azuis, mas os cabelos se tornaram mais loiros ainda e os seios haviam crescido além do que eu imaginava. Mariana foi buscá-la na rodoviária e ambas chegaram ensopadas. Minha esposa sugeriu à irmã que tomasse um banho primeiro, mas Gisele disse que, preferia banhar-se depois, com mais calma. Enquanto Mariana estava no chuveiro, eu não conseguia tirar os olhos da blusa molhada de Gisele que, quase transparente, cristalizava os peitos durinhos e pontudos. Minha cunhada percebeu minha fixação pelos peitos dela, mas, em vez de se recolher num pudor de garota do Interior, a danadinha passou a expor ainda mais os seios. A minha sorte é que Mariana apareceu antes que eu cometesse qualquer loucura.
Aproveitando a ausência de Gisele, que havia ido ao banho, minha esposa passou a fazer comentários elogiando a irmã, uma menina boa e pura, segundo ela. Menina e pura, uma moça de 19 anos?, pensei comigo. Foi aí que senti que minha mulher era muito mais ingênua do que eu pensava e bem diferente da irmãzinha, como ficou claro quando Gisele voltou à sala depois do banho. Ela reapareceu de short e numa ousada miniblusa, que expunha parte dos seios e da barriga. Como as irmãs logo engataram um animado bate-papo, pouco se importando comigo, tive total liberdade para ficar apreciando a cunhadinha, sem nenhum constrangimento. Além dos belos e apetitosos seios, minha cunhadinha tinha um par de pemas que faria a felicidade e asseguraria o prazer de qualquer homem. E Gisele sabia dos dotes que tinha e da minha cobiça por eles.
"Pára de me olhar assim que já está dando na vista...", disparou a safadinha, aproveitando a ausência de Mariana, que foi momentaneamente à cozinha buscar chá e guloseimas.
"Como assim?", perguntei, dando uma de joão-sem-braço.
"Você está me comendo com os olhos... A minha irmã vai perceber, hein?", repetiu, com um sorriso malicioso nos lábios. Nem bem voltou, Mariana retirou-se novamente, desta vez para preparar o quarto da irmã.
Embora com os olhos pregados na televisão, enquanto degustava alguns biscoitos, Gisele parecia preocupada em tentar-me. Sentada sobre uma almofada, estava com as pemas bem abertas para exibir os contomos da xoxota sob o short apertado. No intervalo entre um e outro segmento do filme, Gisele puxava uma rápida conversa comigo, com um ar malicioso e sedutor estampado no rosto.
O papo não tinha continuidade, ora conversava sobre o tempo, ora resvalava para comentários sobre o filme, ora para as lembranças de quando a conheci, no início da adolescência. A danada se insinuava, mas hesitava, parecia esperar alguma iniciativa de minha parte, que evitei, para não criar problemas.

"Você gosta de mim? Eu não vou te incomodar?", perguntou em dado momento, sem conseguir disfarçar a ansiedade que sentia. Nem tive tempo de responder, se é que havia necessidade de resposta, porque Mariana voltou à sala. Gisele disse que iria descansar e retirou-se, sem antes dar um beijo na irmã e em mim. "No cunhadinho", como disse.
Pouco depois, eu e Mariana também fomos ao quarto, onde transei com minha esposa pensando em Gisele. A trepada só me deixou com mais vontade de possuir aquela diabinha em botão. Meu desejo pela cunhadinha era tanta que eu não conseguia dormir, ao contrário de minha mulher, que ferrou no sono. Para não incomodá-la, saí do quarto, andei pelo corredor escuro e parei no quarto de hóspedes. Encostei meu ouvido à porta e não ouvi nada. Tentei espiar pela fechadura e só vi escuridão. Respirei fundo e tomei coragem. Abri a porta do quarto e acendi a luz. A cama estava com o lençol revirado, mas nada de Gisele. Onde a danadinha se havia metido?, pensei.
Saí do quarto e estava para descer as escadas quando vi a luminosidade por baixo da porta do banheiro. Encostei o rosto à porta e ouvi o ruído de páginas de revista. Seguiu-se um momento de silencio e, depois, uma série de gemidos. Virei a maçaneta da porta e, para minha surpresa, ela estava aberta. Empurrei um pouco, o suficiente para olhar o que estava acontecendo. Não acreditei no que vi, a sensação era de que estava sonhando. Gisele, de pernas abertas, tocava uma siririca segurando uma revista pornográfica, entre muitas que guardo no armário do banheiro.
Fechei a porta sem que ela percebesse, dei um tempo e bati à porta. "Quem é?", perguntou, revelando surpresa e certo aborrecimento. "Sou eu, o Maurício", respondi. "Está tudo bem?", completei, sem obter resposta. Esperei mais um tempo, a porta se abriu, sem que ela aparecesse. Coloquei a cabeça pelo vão da porta semi-aberta e tive outra visão encantadora. Gisele estava nua, com as mãos tapando os seios e a cabeça baixa, como se fosse a estátua de uma virgem.
Um corpo escultural! "Vem, cunhadinho, vem me beijar inteira. Vem!", convidou-me, sem nenhum contrangimento, a safadinha. Tranquei a porta e fui ao encontro dela, sem saber como nem por onde começar as carícias. Ela me abraçou, aproximou sua boca da minha e nos grudamos num ardente beijo de língua, ao mesmo tempo que rocei o caralho na boceta todinha depilada. Ajoelhei-me para chupá-la, o grelinho saltava, estimulado, todo durinho. Gemendo de prazer, Gisele apoiou-se na pia e empinou o traseiro, para ser possuída. Ajeitei-me, ela abriu as nádegas com as duas mãos e o pinto escorregou gostoso dentro da xoxota. Ela delirava com a sucessão de estocadas, mas disse que queria experimentar todas as posições, antes de gozar. Foi aí que me surgiu a idéia de colocá-la cavalgando o cacete. Acomodei-me no vaso com o pau em riste e Gisele sentou-se nele, de costas para mim, de tal forma que eu pudesse acariciar os seios enquanto a fodia. No auge do tesão, a ponto de gozar, decidimos procurar um local confortável para chegar ao clímax. Seguimos para o quarto dela, onde voltei a chupar a xoxota, fizemos um 69 e fui em cima dela, encaixando-me na posição papai-mamãe. O prazer era tão forte que não consegui controlar o gozo.
Esqueci-me dela e já estava saindo do quarto quando Gisele me pegou pelo braço. "Eu ainda não gozei!", reclamou. E agora? O jeito foi satisfazê-la com a boca e a língua, uma experiência que ela adorou.
Voltei ao meu quarto e encontrei minha mulher dormindo. Eu também dormi, sonhando com Gisele, que permaneceu além do tempo previsto em casa. Não perdemos uma noite nesse período.
Torci para que ela fosse bem-sucedida no vestibular e viesse morar conosco, mas Gisele preferiu estudar em São Paulo.

 
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DUAS RAINHAS E UM MESTRE
AUTOR DESCONHECIDO

 
Há três anos atrás, a convite de um amigo meu, fui passar uns dias na praia com ele e mais duas amigas dele.
Eram duas cavalaças as amigas de Sílvio. Uma era morena e se chamava Renata e a outra, loira, se chamava Lílian.
Ambas tinham bundas enormes, cinturas finas, tetas grandes e pontudas e bocetas deliciosas.
Para realçar tanta gostosura elas ainda usavam biquíni fio-dental o tempo inteiro, exceto de manhã quando acordavam e circulavam pela casa com calcinhas bem pequenas enfiadas no rabo. Aliás, às vezes elas iam para praia de calcinha mesmo! Inclusive, logo no primeiro dia que estávamos lá na casa de praia, a Renata estava de espartilho e calcinha fio-dental; ela colocou uma camiseta meio transparente que realçava seus seios e saiu na praia junto com Lílian para rebolar seu rabo maravilhoso para delírio da homarada que estava na praia.
Já o Sílvio era um homem alto, de corpo moreno e bem musculoso. Usava, assim como eu, sungas minúsculas.
Estas sunguinhas realçavam o contorno dos nossos cacetes. O único problema (que depois viria a se tornar uma solução) é que as duas amigas de Sílvio simplesmente não iam com a minha cara. Praticamente não conversavam comigo, me desprezavam e me olhavam com olhar superior. Quando eu falava, simplesmente fingiam que não tinham ouvido, ignoravam. Ficavam o tempo inteiro juntas entre si ou com meu amigo Sílvio. O meu tesão por elas era gigantesco.
Eu passava quase o dia inteiro com o pau duro ao ver aquelas duas cavalas rebolando aqueles bundões maravilhosos na minha frente e era inevitável que eu fosse no banheiro algumas vezes por dia para bater uma punheta.
O que me deixava mais louco ainda é que Lílian e Renata a todo tempo estavam se agarrando, se esfregando, passando a mão uma na outra.
Eu percebia que meu amigo ficava muito excitado também e aquela rola enorme, às vezes, mal cabia dentro daquela sunguinha minúscula que ele usava. Elas notavam o nosso tesão e continuavam a fazer aquilo para chamar a atenção do meu amigo e também para me deixar desesperado porque eu nunca poderia ter o prazer de tocá-las, já que as duas me detestavam, mesmo sem motivo.
Logo no segundo dia estávamos os quatro na praia. Renata começou a enfiar a mão dentro do fio-dental da Lílian que gemia de tesão. Sílvio entrou na brincadeira e começou a passar a mão no rabo das duas. Quando tentei mexer com elas a Renata me deu um empurrão forte com uma cara de quem estava com raiva e com tesão ao mesmo tempo. A brincadeira continuou ali e era como se eu não existisse.
Os três resolveram voltar pra casa e eu fiquei ali na praia mais um tempo. Quando voltei encontrei os três numa foda maravilhosa no chão da sala. Sílvio enrabava Renata que lambia a boceta de Lílian. Depois Sílvio deitou no chão com um cacete imenso e duro. Lílian sentou com aquela bocetona na cara do meu amigo e a Renata sentou na rola, de frente para Lílian. As duas se beijavam na boca e nos seios, se pegavam e diziam palavras sujas enquanto Sílvio se deliciava com seu duplo serviço de engolir uma bocetona e enfiar seu mastro de jumento em outra. Observei tudo escondido no corredor e não pude evitar bater duas punhetas em que jorrei muita porra, sujando o chão do corredor.
No dia seguinte tomei uma decisão. Levantei cedo e as duas gostosonas já estavam acordadas, só de calcinha, se agarrando na cozinha enquanto esquentavam o café. Que visão maravilhosa! Chamei as duas e elas me olharam com a mesma cara de desprezo, o que aumentava mais ainda o meu desejo.
Então eu disse a elas: "QUERO SER ESCRAVO DE VOCÊS!". Elas me olharam com cara de safada e parecia que, por incrível que pareça, já esperavam isso. Mas elas não responderam nada: só riram sarcasticamente e me mandaram sair dali. Eu achei que elas me odiavam tanto que não me aceitariam nem como escravo.
Me senti um idiota. Durante o dia fiquei sozinho porque o Sílvio saiu para resolver um problema em São Paulo. De tarde saí para conhecer um pouco da cidade, voltando para a casa lá pelas oito da noite. Quando cheguei tive uma linda visão: as duas cavalas estavam de pé uma ao lado da outra.
A Renata estava com uma calcinha preta muito pequena, camisete, cinta-liga e salto alto. A Lílian usava espartilho, calcinha fio-dental vermelho, cinta-liga e estava de bota.
As duas estavam com chicote na mão.
Foi quando a Renata me perguntou: "Onde você tava, escravo?".
Quando eu ia responder ela me mandou calar a boca e disse: "Tire a roupa e ajoelhe-se, seu imbecil!". Nunca achei que fosse ficar tão feliz de ser xingado.
Eu já estava de joelhos e só de sunguinha quando a Lílian me chicoteou nas costas por quatro vezes. Ela batia com vontade e tinha no rosto uma expressão de raiva e prazer.

"Agora lambe minha bota. Começa pela sola, maldito!"
Eu ignorava a dor das chicotadas já que meu tesão era enorme. Meu pau estava muito duro. Lambi suas botas enquanto aquelas duas deusas se abraçavam e chupavam a língua uma da outra.
A Renata, então, levantou o meu queixo com o bico do salto e falou: "Hoje você vai ver o quanto nós somos perversas, seu verme nojento!"
E desferiu três chibatadas ferozes nas minhas costas e a cada golpe dava um gemido de prazer e crueldade. A Lílian saiu por um instante rebolando aquele rabo maravilhoso.
Quando voltou trazia um vidro de álcool e ordenou: "Implore pra que sua rainha não jogue álcool nas suas costas, imbecil!".
Quando eu ia abrindo a boca para implorar ela despejou meio vidro de álcool em minhas costas feridas e não pude evitar um gemido muito forte de dor. As minhas duas deusas gargalharam perversamente.
Como eram maldosas! Aquilo me excitava cada vez mais, apesar da dor.
Eu nunca havia ficado com o pau tão duro!! Eu tenho uma rola grande e grossa, mas naquele momento ela estava enorme, como nunca havia estado antes. Renata mandou que eu me estirasse de bruços no chão (meu cacete duro ficou comprimido no chão) ela, então, subiu nas minhas costas com todo seu peso de cavala e começou a me pisotear me ferindo ainda mais com o seu salto.
Quando ela saiu de cima eu sentia uma dor insuportável e pedi: "Por favor, minhas rainhas, eu vos imploro que não machuquem mais as minhas costas. Não estou agüentando a dor!",
No que Renata respondeu. "Como você ousa abrir a boca sem a nossa autorização, seu inseto?! Agora você vai pagar pela sua petulância!!". Ela ordenou que eu ficasse estirado agora com as costas para o chão, então as duas me pegaram cada uma por um braço e me arrastaram pela sala durante, pelo menos, um minuto.
Ao final desse passeio forçado a dor que eu sentia nas costas era vertiginosa.
Lílian disse: "Como você pediu, não vamos mais maltratar as suas costas".
Logo em seguida me puseram de joelhos e começaram a bater na minha cara com o chicote e com um pedaço de madeira, depois me esbofetearam e me arranharam, tudo isso seguido de gargalhadas, xingamentos e humilhações. As duas deusas me jogaram no chão e começaram a se beijar.
Elas se esfregavam com muito desejo uma na outra e eu percebi que a Lílian havia enfiado a mão por dentro da calcinha de Renata encontrando aquela boceta maravilhosa e batendo uma siririca para a amiga. Renata gemia descontroladamente e enchia a mão na bunda de Lílian.
Vendo esta cena linda não me segurei e gozei maravilhosamente. A esporra que jorrou da minha rola era tanta, que ela passou pela minha sunga e caiu no chão sujando o pedaço em que eu estava. Ao verem que eu havia gozado minhas duas rainhas supremas ficaram enfurecidas e falaram, quase ao mesmo tempo. "Limpa isso que você fez, agora, idiota!! Com a língua!!" Fui passando a língua sentindo, pela primeira vez na vida, o gosto da minha própria porra. Renata havia socado a mão por dentro da calcinha, cavoucava sua boceta e chupava deliciosamente o próprio seio gemendo de prazer enquanto me olhava com seu olhar de deusa da maldade. Lílian montou nas minhas costas enquanto eu limpava o chão, e me chicoteava na bunda berrando, alucinada de prazer: "Vai, escravo maldito, limpa tudo antes que eu te mate!! Miserável!!". Meu pau endurecia de novo quando percebi que a Renata não estava mais na sala. Dali a um minuto ela voltou e ao lado dela estava Sílvio que havia acabado de chegar de São Paulo.
Ele já devia ter chegado a alguns minutos porque já estava seminu. Era um deus! Cobria seu corpo moreno e musculoso somente uma sunga amarela minúscula. Dava pra ver seus pentelhos saindo pelos lados da sunga e o contorno de sua rola. Que corpo maravilhoso! Ele se aproximou de mim que estava de joelhos novamente enquanto a Renata disse, se agachando e apertando meu rosto com muita força: "Agora você vai ser humilhado pelo seu mestre, seu nojento! Se prepare para virar uma putinha!". Lílian e Renata começaram a tirar tudo ficando agora só de calcinha e com seus respectivos calçados. Sílvio estava de pé na minha frente. Minha cara estava bem na altura de sua rola que crescia incrivelmente e já começava a sair pela sunguinha. Ele, então, num gesto rápido e agressivo, tirou a sunguinha e então eu pude contemplar aquela pica gigantesca a centímetros da minha cara. Ela era grossa, cheia de veias e a cabeça era vermelhona e grande. Enquanto eu olhava para aquela obra-prima, a Lílian mandou que eu tirasse a minha sunga e vestisse uma calcinha vermelha que ela havia trazido.
Eu ainda de joelhos e o Sílvio ordenou: "Chupa a minha rola, agora!!". Eu então comecei a engolir aquele pau de jumento inteirinho. Chupava e lambia com vontade enquanto a Renata me chicoteava nas pernas, nas costas e na bunda e a Lílian empurrava minha cabeça fazendo com que a glande animalesca daquele deus que eu chupava fosse parar quase na minha garganta. Não demorou muito ele bombeou um jato de vários mililitros de esporra dentro da minha boca.
Ele segurou a minha cabeça com força e disse com um sorriso maldoso: "Engole tudo, vai, imbecil!!". Obedeci a sua ordem e engoli tudo lambendo os beiços e ainda limpando um resto do liquido que restava em seu cacete. Meus três donos se abraçaram e a Renata falou:
"Agora a gente vai acabar com você, panaca!!!". Os três riram com crueldade e prazer e me mandaram ficar de quatro. Sílvio se ajoelhou atrás de mim e tirou a calcinha que eu estava usando. Renata disse: "Enfia tudo sem dó, meu amor!!!
Então eu senti aquela rola gigantesca sendo enfiada no meu rabo provocando uma dor muito grande. Eu não estava gostando daquilo mas não podia reclamar porque era a vontade de meu mestre e de minhas duas deusas. Renata se agachou na minha frente, agora sem calcinha, e Lílian entrou por baixo dela lambendo sua boceta. Renata se contorcia de prazer com o boquete da amiga e, ao mesmo tempo, perguntava xingando, se eu estava gostando de ser estuprado. Eu respondia que sim mas ela percebia que não e gargalhava com a minha dor. Sílvio dava estocadas que ficavam cada vez mais fortes e rápidas conforme seu prazer ia ficando maior. Eu sentia como se tivesse uma tora dentro de mim. Ele dizia: "Me dá seu cú, putinha! Vou te arregaçar toda!!! Pede pra eu te fuder, vai!"E eu pedia: "Me fode, me arregaça com sua rola, meu mestre, meu senhor!". Sílvio, então gozou gostoso dentro de mim me inundando de porra, se levantou rapidamente e, tomando do chicote, me deu umas dez chibatadas na bunda e nas costas, dizendo, alucinado de prazer e ainda com o pau duro e respingando: "Escravinha de merda, vou te querer todos os dias. Sou seu dono!!!Nesse momento Lílian e Renata já estavam se amando num 69 maravilhoso e haviam me esquecido. Meu amigo foi ao encontro delas e os três foderam divinamente na minha frente o resto da noite enquanto eu fiquei largado no chão tentando me recuperar daquela noite dolorida, mas muito prazerosa

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