quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010





Minha mãe tinha contratado uma empregada nova, e coincidiu com a fase em que eu me masturbava todo dia. Um dia, vi que a safada estava me observando, mas mandei ver. Gozei pensando na boceta de Marta, a empregada que iria traçar de qualquer jeito. O problema era que eu tinha mais três irmãos meio tarados, e sempre um atrapalhava a foda do outro. O clima em casa ficava de cio completo quando nossas primas vinham nos visitar. Mas eu não estava nem aí para as priminhas. Queria mesmo era traçar Marta, uma mulher tesuda e com lábios carnudos. Na segunda vez que ela me flagrou numa masturbação, foi mais ousada: ?Conheço um jeito melhor de fazer isso...?. Entrou no meu quarto, encostou a porta, pegou meu cacete e começou a chupá-lo. Segurei aquela gostosa pelos cabelos e comecei a cadenciar os movimentos. Era como foder em uma boceta, mas com uma língua maravilhosa atiçando a cabeça do pau. Quando gozei, segurei firme a cabeça de Marta e enchi sua boca de esperma. Ela engoliu tudinho, e nem levantou a cabeça para ver minhas condições. Continuou o boquete, até meu cacete endurecer de novo. Quando ela sentiu o pau latejando, disse que tinha uma surpresa para mim. Tirou a saia, a calcinha, ficou de quatro: ?Enche meu cuzinho com esse mesmo leite quente, enche...?. O cacete demorou um pouco a entrar, pois seu buraquinho era muito apertado. Somente quando lambuzei a vara na sua xota, a penetração ficou mais fácil. Comecei a foder gostoso no cu daquele mulherão, e percebi um barulho na porta. Não vi direito, mas dava para notar uma movimentação de mulheres. Eram as primas. Cinco dias depois dessa trepada inesquecível, Marta me chamou. Minha prima mais nova, que acabara de fazer 18 aninhos, estava a fim de fazer a mesma coisa comigo, pois tinha visto tudo pela fresta. Fiquei eufórico! Marta organizou tudo, e até me aconselhou a ir com calma, para não arrombar a priminha. No dia e horário combinados, Marta iniciou um boquete. A priminha já estava no ponto. Quando a prima chegou, estava sem jeito, meio vermelha. A empregada tarada rapidamente resolveu aquilo: ?Ei, você, fique ali ao lado dele e comece a tocar uma punheta, vamos...?. Quando eu estava doido de tesão, ela mandou a priminha tirar a roupa. Marta me olhou e piscou o olho: ?O resto você já sabe como fazer". E saiu, me deixando sozinho com a prima ainda virgem. Fechei os olhos e mandei a priminha chupar meu cacetão. Ela começou meio timidamente, mas logo pegou gosto e mamava como uma veterana. A priminha já estava toda excitada... Tirei o cacete de sua boca, coloquei-a de bruços na cama e passei a lamber seu traseirinho. Quando encostei a cabeça no seu orifício, ela deu um suspiro. Mandei ver na priminha! Ela soltou um grito quando a cabeça atravessou seu rabo e pediu que eu tirasse, porque estava doendo muito. Mas eu já estava quase gozando, louco de tesão. E fiz o contrário. Enterrei a piroca até o fundo. A priminha começou a chorar, dizendo que doía muito. Só tive forças para dizer que ela agüentasse, pois já estava quase gozando. Dei mais algumas estocadas, a priminha chorando um bocado. Gozei abundantemente dentro do rabo virgem e apertado. Depois de inundar seu cu de esperma, continuei a meter com força, e ela parou de reclamar. Dei umas palmadinhas nas nádegas e perguntei: ?Agora está gostando, sua puta?". A priminha passou a gemer e depois gozou mais que eu. Meu objetivo é encontrar garotas que tenham medo de dar o cu, mas querem se iniciar na arte de gozar pelo traseirinho. Prometo ser delicado e carinhoso

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CARNAVAL

""A historia que passo a narrar aconteceu no carnaval, quando passei quatro dias maravilhosos. Eu e minha namorada, a Bia, decidimos antes o que faríamos naqueles dias de folia, pois queríamos nos divertir alem de fazer muito sexo. Vale frisar que Bia e simplesmente maravilhosa, com seios médios, uma bundinha empinadinha e uma xana super gostosa, sempre a espera de carinhos. Naquela primeira noite, resolvemos ficar em casa, só trepando. Foi quando o interfone tocou interrompendo a brincadeira. A principio, fiquei aborrecido e não entendi a cara de felicidade que Bia fez ao saber quem era. Ao abrir a porta, ela me apresentou a amiga Jane, uma moreninha baixinha e gostosa, com uma camiseta sem sutiã; que deixava a mostra os pequenos seios duros e um shortinho que quase não cobria a linda bundinha. Alem disso, queimadinha, ela ficava ainda mais gostosa, já me deixando de pau duro. Bia notou os meus olhares gulosos para a amiga e também parecia animada, dizendo: 'Só em poder aprecia-la acho que o carnaval vai ser ótimo.' Jane ficou meio encabulada, mas gostou. Sentamos na sala para conversar e ouvir musica, enquanto Bia preparava uma deliciosa caipivodca. Começamos a beber e a nos soltar. Em pouco tempo, eu e Bia passamos a dançar, observados por Jane. Mais descontrariada pelo efeito da bebida, Bia começou a me beijar e a me apertar mais forte, roçando a xota em minhas pernas. Aquilo me deixava excitado, pois, ao mesmo tempo em que sentia o corpo de Bia, não tirava os olhos de Jane, que também já estava agitada com tudo que via. Quando tocou uma musica lenta, Bia sugeriu que Jane dançasse comigo e ela logo aceitou. No inicio, dançava sem encostar em mim. Olhei para Bia e ela falou para eu encostar mais e ficarmos mais a vontade. Ouvindo isto, apertei mais o corpinho de Jane ate sentir aqueles seios e as coxas batendo em mim. Motivado por Bia, comecei a passar a mão naquele corpinho lindo, fazendo Jane soltar gemidos baixinhos. Procurei a boquinha gostosa dela e a linguinha que já mostrava toda a excitação. Bia, então, veio por trás dela e começamos a nos acariciar. Minha namorada virou Jane e deu-lhe um beijo gostoso na boca, me deixando doido de tesão. Encostei na bundinha de Jane e comecei a passar minha rola por ali, de leve. Também acariciei os seios, primeiro sob a camiseta e, depois, por baixo, sentindo aqueles biquinhos durinhos. Depois de tanto roça-roça, Bia chamou Jane para um banho e pediu que as esperasse para continuarmos. Fiquei inquieto e decidi ver as duas tomando banho. Entrei devagar no banheiro e vi uma cena maravilhosa: as duas se beijando e se acariciando debaixo do chuveiro. Não esperei para ser convidado, tirei a bermuda, com o pau já doendo de tanto tesão, e entrei na brincadeira. Agarrei Jane por trás, sentindo a bundinha gostosa contra meu cacete duro, ao mesmo tempo em que passava a mão na bunda de Bia e as duas se beijavam. Decidimos ir para a cama, onde Bia passou a chupar a xota de Jane com volúpia, fazendo-a gemer e se contorcer. Vendo a moca daquele jeito, busquei a boquinha gostosa para um longo beijo. Desci um pouco mais e coloquei aquele peitinho pequeno em minha boca gulosa. Sentindo que ela não aguentava mais, introduzi meu pau naquela boquinha, fazendo-a chupar gostoso. Bia virou e colocou a xota em minha boca, realizando assim um gostoso triângulo, ate que gozamos, um na boca do outro. Vendo Jane com os lábios cheios de meu leite, Bia tascou-lhe um beijo, repartindo o que sobrava da festa. Roçou a xota na da amiga e, em seguida, virou-se para oferecer a buceta a Jane, iniciando um fantástico meia-nove. Vendo a bundinha de Bia para cima, com meu pau já em ponto de bala, comecei a penetrar o buraquinho rosado dela ajudado por Jane. Ao mesmo tempo em que chupava a xota de Bia e meu pau lubrificado, Jane abria o buraquinho da amiga para eu entrar com meu cacete e ouvir os gritos dela. Como Bia estava novamente gozando, aumentei os movimentos e passei a chupar Jane também, fazendo-a gozar num grito abafado por nossos corpos. Aumentei os ritmos nas estocadas no cuzinho de Bia e, ao sentir que ia gozar, tirei o pau, lambuzando a xota dela e a cara de Jane. Enquanto descansávamos e nos beijávamos, comecei a passar o dedo na xota de Jane, sentindo que ela queria mais. Bia ajudou, chupando meu pau ate deixa-lo duro novamente. Também passei a lamber a xotinha apertada de Jane, que tinha pelos apenas na parte superior, o que facilitava o meu trabalho. Bia me mamava tão gostoso que quase me fez gozar. Por isso, tratei de colocar Jane de quatro e comecei a penetra-la. Bem devagar, ia invadindo aquela xoxotinha, quando ela passou a se movimentar mais rápido, pois Bia já estava por baixo, chupando o grelo dela e o meu saco. Aquilo fazia Jane gozar rapidamente. Aproveitando a deixa, tirei meu pau da xota e enterrei de uma vez só no cuzinho gostoso de Jane. Tão gostoso que foi só penetra-lo para eu derramar todo meu leite no buraquinho. Caímos exaustos e adormecemos, sonhando novas transas sem gastar tanta energia. Foram dias maravilhosos e só saímos da cama para tomar banho, pegar bebidas e coisinhas para comermos. Enfim, o carnaval acabou, Jane se foi e nunca mais apareceu. O tempo passou e meu namoro com Bia também acabou. Resultado: estou sozinho e a procura de gatas para novas aventuras."
A BUNDINHA APERTADINHA DA PRIMINHA

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