sábado, 27 de fevereiro de 2010


BRINCOU DE CASINHA COM O CASEIRO"

   
Eu e meu marido temos um sítio no interior de Minas Gerais. Todo final de semana, nós viajamos para lá. Somos casados há sete anos e temos um casal de filhos. Como compramos a propriedade há pouco tempo, vou sempre para lá na sexta-feira e meu marido segue com as crianças no sábado. Vou arrumando as coisas que ainda faltam para que tudo corra bem. Recentemente, querendo diminuir minhas tarefas, meu marido contratou um caseiro para morar e cuidar dos animais. Ele é um jovem sorridente e muito prestativo, que me ajuda na jardinagem e nos serviços da casa. Casei virgem e vim de uma família muito tradicional. Nunca nem pensei em trair meu marido. Mas, uma vez, fui para o sítio, na quinta-feira à noite, e cheguei de surpresa. Encontrei meu caseiro nu e bêbado, dormindo no chão da varanda, perto da porta de entrada. Me assustei com aquilo, mas não tinha jeito. Tinha que tirá-lo dali para entrar dentro de casa. Tentei acordá-lo mas não consegui. Então, arrastei-o para dentro de casa e fiquei com aquele homem todo nu, não sabendo o que fazer. Quando tentei colocá-lo numa cama, caí em cima dele, quase de cara naquele membro. Ao encostar naquela coisa quente, grande e meio engorda, me excitei. Nunca tinha visto coisa igual àquilo! Comecei a apalpá-lo devagar e peguei naquela coisa, que foi crescendo na minha mão. Ficou todo duro e eu fiquei molhadinha. Perdi toda a pose e abocanhei aquele pintão. Comecei a chupá-lo como um sorvete de chocolate. De repente, ele gozou na minha boca e eu sorvi toda a porra, engolindo com prazer. Ainda meio zonzo, me puxou para cima do corpo dele e começou a chupar meu pescoço e meus peitinhos. Estava mais excitada, louca por mais um round. O pau voltou a crescer, roçando minhas coxas em busca do meu sexo. Estava com medo de receber aquela estrovenga superdotada e tentei ganhar tempo, fazendo carinho naquele peito cabeludo. De repente, senti um dedo grosso, acostumado a mexer na terra, entrar no meu cuzinho. Veio rasgando! Aquilo doeu e me excitou ao mesmo tempo. A boceta, meladinha, agora queria pau, por maior que fosse. Me contorci, tentando me encaixar naquela pica. O homem ainda estava bêbado e não conseguiria fazer aquilo sozinho. Quando consegui, enfim, comecei a cavalgá-lo com a habilidade de uma amazonas. Àquela altura, nem ligava mais para o bafo do caseiro; queria era gozar. E muito! Pensei no meu marido cheirosinho e sonhei que estava fazendo aquilo com ele. Mesmo sabendo que o pinto dele não dava metade daquele. Não demorei a gozar, com as unhas arranhando o peito cabeludo do macho. Depois, fui tomar um banho quente, querendo me livrar da culpa da traição. Em pouco tempo, porém, estava pensando no caralhão do caseiro e dei início a uma siririca bem relaxante. Na manhã seguinte, o homem não estava mais na cama. Encontrei-o cuidando da grama, com uma cara envergonhada. Olhei para a enxada que ele segurava e lembrei logo do tamanho do instrumento do rapaz. A boca encheu d'água! No almoço, comeria caseiro ao molho madeira. Com certeza, seria muito melhor do que o temperado com vinho da noite anterior."



A MULHER QUE SOLTAVA FAÍSCAS DE PRAZER"

Era uma quinta-feira à noite e o calor estava forte, quando retornava do trabalho. Estava cansado, porém feliz pelos resultados obtidos naquele dia, quando entrou no ônibus um casal. Ela era linda, trajando um vestido preto que deixava suas belíssimas costas e ombros de fora. Aparentando uns 25 anos, tinha um corpo escultural, olhos verdes e cabelos louros. Era impossível deixar de observá-la, mas, infelizmente, eles desceram dois pontos antes do meu. Por vários dias, busquei rever aquela mulher, que não saía da minha cabeça. Eu circulava várias e várias vezes pelas ruas próximas daquele ponto. Foi inútil. Só a reencontrei um mês depois, num sábado pela manhã. Ela entrou no ônibus e eu estava de carro, logo atrás. Ela sentou-se próxima a uma janela e eu parei o carro estrategicamente numa curva, para tentar ganhar um olhar daquela beldade. Não deu outra. Quando o ônibus passou, nossos olhares se encontraram e ela deu um leve sorriso. Continuei seguindo o coletivo e fiz sinal para que descesse, mas não fui atendido. Ela desceu no terminal e a perdi de vista mais uma vez. Três semanas depois, na quinta-feira de manhã, saí de casa um pouco atrasado e, ao me aproximar daquele ponto de ônibus, lá estava ela. Parei o carro e ofereci carona. Ela me reconheceu e deu um belíssimo sorriso, aceitando o convite. Disse que seu nome era T (vamos chamá-la assim, pois é realmente um tesão). Contou que estava há pouco tempo na cidade e falou sobre o noivo. Chegamos ao trabalho dela, trocamos cartões e combinamos novas caronas, se a encontrasse no mesmo horário. Na sexta, saí de casa e estacionei próximo ao ponto. Lá estava ela, maravilhosa. Seguimos o mesmo percurso e a convidei para tomar café. Na cafeteria, nossas mãos se tocaram sem querer e a sensibilidade de ambos aflorou. Convidei-a a tomar um chopinho no final do expediente. 'Sexta não vai dar, já marquei com meu noivo', justificou. Fui trabalhar mas não consegui me concentrar. No final da tarde, estava visitando um cliente, quando recebi o recado: 'Favor ligar para T até as 18h.' Eram 17h20min e meu coração foi a mil. Liguei para minha secretária e confirmei a informação. Telefonei para T e ela disse que, realmente, tinha 'um tempinho'. Deixei o cliente para trás e fui ao encontro. Cheguei à pizzaria combinada e minha vontade era de abraçá-la, beijá-la. No entanto, teria que ter paciência, senão, perderia minha gata. Duas horas depois, disse que não poderia ficar mais, deixando transparecer que também lamentava. Levei-a em casa e ganhei um delicioso beijo, antes que falasse: 'Vamos almoçar na segunda, pois meu noivo vai estar no meu pé, no fim de semana.' Os dois dias se arrastavam. Não conseguia deixar de pensar naquela mulher. Quando a segunda-feira chegou, pensei em mandar flores mas freei a idéia, para não despertar a desconfiança dos colegas dela. No almoço, falei da saudade e da alegria de reencontrá-la. 'disse. O clima de sedução foi Você está com cara de adolescente apaixonado', aumentando e era nítido que ambos preferiam estar num lugar mais discreto. Antes deste momento chegar, trocamos muitas carícias durante cafés e almoços. Foi num dia, na ida para o trabalho, que T acabou dizendo que estava louca para ficar sozinha comigo, pois gostaria de me fazer uma surpresa. Não conseguia acreditar, minhas mãos suavam. Telefonei para o escritório cancelando tudo e partimos para o motel Quando entramos no quarto, tentei abraçá-la, porém, ela recusou. Foi para o banheiro, enquanto eu pedia o café. O garçom trouxe o pedido e T ainda não tinha saído do banheiro. Aquilo estava me deixando supercurioso e excitado. Quando a porta se abriu lentamente, fui vendo aquela mulher que eu desejava mais linda e exuberante. Ela vestiu-se toda de branco num figurino extremamente erótico. Quando eu ia avançar, disse que queria tomar café, toda lânguida. Aceitei o jogo de sedução e, entre beijos e carícias, fomos nos alimentando, mais à vontade do que nunca. Meu pau latejava e ela me provocava, cruzando as pernas e se insinuando. Ao terminar, fui tirando a roupa dela, deslizando a mão pelo corpo excitado. Beijei as pernas de T, enquanto tirava a cinta-liga e as meias dela. Ao chegar na calcinha, tirei-a com os dentes e comecei a chupá-la. Lambi e acariciei aquela bocetinha cheirosa, que liberava seu néctar. Aos poucos, fui percebendo seu gozo e intensifiquei os movimentos com minha língua, até que ela gozou intensamente. O corpo de T vibrava. Enquanto ela se refazia do gozo, continuava a percorrer minha boca por todo o corpo, centímetro a centímetro, degustando seu sabor. Ela voltou a ficar excitada, pedindo que a penetrasse, pois queria sentir meu pau na bocetinha. Porém, eu queria vê-la mais excitada ainda e continuei procurando seus pontos sensíveis. Ela se contorcia toda, implorando pela penetração. Ao massagear o clitóris de T, fui penetrando meu dedo na vagina. Ela movimentava o quadril, expondo totalmente seu sexo. Coloquei o segundo e o terceiro dedos. Ela gemia gostoso e pude perceber novo gozo, forte e intenso. Ela estava totalmente embriagada, tomada de prazer e isto me excitava. Com uma mão acariciava a bocetinha e, com a outra, colocava a camisinha para penetrá-la. Quando ela percebeu que eu estava pronto, posicionou-se de quatro, deixando-me numa posição privilegiada. A visão daquele bundão empinado era demais! Coloquei meu pau na posição e ela forçou o quadril para trás, engolindo o caralho de uma vez. Começamos um delicioso vaivém, e aquela bocetinha sabia massagear muito bem o meu pau. Os movimentos foram acelerando, ela gemia e pedia mais. Pelo espelho, podia ver a sua expressão de prazer. Gozamos e ficamos ali juntinhos, aproveitando aquele momento incrível. Depois de um breve descanso, os corpos colados voltaram a dar sinal de vida. As mãos deslizando nas peles e o cheiro de sexo enchendo o ambiente. 'Quero dar o cuzinho', disse baixinho, enquanto eu começava a beijar sua nuca. Fui descendo pelas costas, passando pela bundinha e não resisti a dar umas mordidinhas, só para sentir seu corpo arrepiar. Passei, então, a língua no cuzinho, deixando-a totalmente entregue. Após colocar nova camisinha, comecei a penetração bem devagar. 'Não vou agüentar, seu pau é muito grosso pro meu cuzinho apertado', dizia, enquanto eu acariciava seus ombros. Aos poucos, o anelzinho foi engolindo meu pau. Ela começou a forçar o quadril para trás e a rebolar a bunda, se transformando numa pantera louca para me devorar. Urrava de prazer, com as unhas cravadas na cama. Gozamos como animais! Foi a primeira de uma história de trepadas selvagens."

0 SOBRINHO DE MEU AMANTE""



Sou casada ha três anos mas meu marido nunca se preocupou muito comigo e, mesmo depois de uma crise séria em nosso casamento, não se emendou. Continuou com sua vida de aventuras e boêmia e isso fez com que eu Ihe pagasse com a mesma moeda. Antes nunca dava bola as piadinhas do diretor da empresa em que trabalho, porém o tempo e as contrariedades fizeram com que mudasse de idéia. Aceitei ir, numa Sexta feira, a casa do tal diretor para "terminar uns trabalhos" - o que eu sabia não ser verdade. Ao final do expediente, acompanhei o Dr. Orlando até o seu apartamento, em Boa Viagem. A sala era aconchegante, e o sofá, de tão macio, fez com que meu corpo ao sentar-me se afundasse em sua espuma. Educado, Dr. Orlando me serviu um drinque e, indo a seu quarto, pediu-me que esperasse. Voltou vestindo apenas um roupão e trazia papéis que alegou serem documentos confidenciais. Sentou-se ao meu lado e começou a desfolhar os papéis. Em dado momento, quando eu menos esperava, agarrou-me e beijou-me com desejo. Foi um beijo quente, molhado e longo. Enquanto isso, sua mão sabida - por entre a saia e sobre a fina calcinha - já manipulava minha vagina. Suas caricias amoleceram-me toda a resistência de luta, e fui possuída ali mesmo, sobre o sofá. Meio sem jeito, ele gozou muito rapidamente. Gordo, sua barriga não permitiu uma penetração profunda e satisfatória. Sei que sai de seu apartamento envergonhada, nervosa e excitada. Fora a primeira vez que outro homem tinha se aproveitado do meu CORPO. Da segunda vez - em um motel - me entreguei sem qualquer oposição. 0 problema era a ejaculação precoce e sua barriga enorme que não Ihe permitia penetrar por inteiro e fazer-me atingir o orgasmo. Em uma terceira saída, eu própria procurei uma posição adequada para um relacionamento perfeito. Mas não adiantou nada. Mal ele entrava dentro de mim, gozava, deixando-me a ver navios. Nosso relacionamento, de três meses, não me proporcionou mais que três insignificantes orgasmos, conseguidos com muito suor e concentração. A falta de amor do meu marido e a total incompetência de meu amante faziam de mim, a cada dia, uma mulher louca de tesão. Mas a natureza sempre traz soluções para os problemas e, certa vez, indo a casa de Orlando, não a encontrei. Quem abriu a porta foi seu sobrinho Cláudio, um rapagão forte e muito bonito. Convidando-me a entrar, disse-me que seu tio ficou de voltar logo para casa e sugeriu que eu esperasse. Alguns minutos se passaram e o telefone tocou. Era Orlando, avisando-me que não o veria naquela noite, pois estava envolvido numa reunião com a alta cúpula da empresa. Chateada, preparei-me para sair mas na porta fui impedida pelo rapaz. Ele, sem dizer palavra, apertou meu corpo contra o seu e fez com que eu sentisse, encostado a minha barriga, o volume descomunal de seu sexo. Assustada, quis me libertar mas ele arrastou-me até o quarto. Tentei gritar quando forcou-me a deitar na cama, mas ele me tapou a boca. Com a outra mão tirou-me a calcinha, jogando-a longe. Soltou minha boca e desabotoou sua calca, libertando seu membro de dimensões avantajadas. Subiu meu vestido e com um dos joelhos empurrou minha coxa, forcando-me a abrir as pemas. Gritei de dor quando seu membro duro e grosso me penetrou. Entrou rápido, alojando-se no mais profundo de minhas entranhas. Sem poder conter-me, comecei a gemer numa antecipação do gozo e deliciei-me com os movimentos firmes e profundos de seu vaivém. Excitada ao máximo, abracei-o, convulsa de prazer. Balbuciei um "agora" quando senti meu corpo vibrar por inteiro num louco orgasmo que eu jamais havia sentido. Com o meu corpo obriguei-o a acelerar os movimentos. Uma derradeira convulsão e ele espirrou quente dentro de mim. Cláudio levantou-se e com um sorriso cínico disse-me: "Foi bom." A beira da cama, tirou toda a roupa. Fascinada eu não tirava os olhos de seu membro potente, mesmo de cabeça baixa Ele, carinhosamente, se aproximou de mim e tirou minha roupa Fez elogios ao meu corpo e tirando-me o sutiã mamou feito criança em meus seios úmidos de desejo. Deitei-me e já senti, entre minhas pemas, seu membro novamente ereto. Submissa abri um pouco mais as coxas e lhe pedi que enfiasse mais devagar. Ele me atendeu e foi pondo devagarinho, num prazer indescritível. E então num profundo e louco abraço carnal, chegamos - juntos - novamente ao gozo total. Eu tinha a sensação de viver um sonho, aquele homem, jovem sobre meu corpo. Pela hora. eu tinha que deixa-lo Mas um beijo delicioso apagou nossa despedia e entre os lençóis, molhados de nossos sucos, me deixei ficar. E a partir dai foi uma loucura. Cláudio chegou a me bater quando pensei em recusar o coito anal Chorando tive que me submeter dolorosamente a envergadura de seu pênis. Suas estocadas firmes rasgaram-me as carnes, mas também fizeram nascer em mim um tipo de gozo que jamais experimentara Gritei de prazer quando senti derramar por aquele lado de mim seu leite quente e viscoso. Mais tarde fomos para o chuveiro e, com uma habilidade invejável, debaixo da água fria, fez com que gozasse duas vezes sob o poder de sua língua. Depois, sentando-me na banheira, com as pemas abertas, enfiou-se dentro de mim de uma só vez Urrei, chorei, apertei seu corpo e gozei loucamente, queria que o tempo parasse naqueles momentos deliciosos. Nos separamos. Já era tarde e seu tio Orlando estava para chegar Enquanto Cláudio permaneceu em Olinda não transei com o Dr. Orlando, e mantendo com ele - por causa de Cláudio - um relacionamento sem prazer mas que me garante, todos os anos - no mês de janeiro -, transas maravilhosas. Sem Cláudio a minha vida não teria sentido.'

 

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010


FESTA A FANTASIA
Conto de Mimoso - mimoso@especial.com.br




" O elevador parou no meu andar, o sexto, e eu desci. Um pouco antes de abrir a porta, olhei no meu re1ógio... duas e meia da tarde. Eu estava morrendo de fome e supercansado de mais uma manha na faculdade. Graças a Deus que ja era sexta-feira. Entrei em casa parecendo um morto-vivo de tão cansado. Meu cachorro se enroscou na minha perna para brincar, mas eu sequer conseguia falar direito. Só deixei meu corpo cair no sofá e dormi. Perdido entre nuvens de sonhos pornográficos (eu ja não trepava havia uns três meses), deixei as horas se passarem e quando acordei ja era quase noite.

Levantei subitamente, liguei a secretaria eletrónica para verificar as mensagens e peguei as correspondências que estavam perto da porta, provavelmente deixadas pelo carteiro durante o meu prolongado sono. Contas... contas... contas... mas enfim algo que valia a pena ser visto: um convite para uma festa a fantasia numa mansão! Empolgado, enquanto lia o convite, deixei as mensagens das secretarias correrem, na maior parte, sem recados, exceto por uma. "Falai mano, beleza? Sou eu, o Ricardinho, da facu! Bom, é o seguinte: te enviei ai um convite para uma festa muito louca, numa mansão de um carinha ai. Vai ser muito dez. 0, o lance: não é uma festa a fantasia comum, como essas de Halloween, sacou? Vai ser uma festa de fantasias eróticas, beleza? Estarei la na festa, no bar provavelmente. A gente se ve la. Abraço!"
Achei estranho o convite não falar nada sobre fantasia erótica. Vai ver era so um disfarce, para não dar rolo na casa de ninguém, caso a mãe de alguém tipo lesse o convite. 0 único problema é que a festa seria dali a algumas horas, e eu não tinha sequer uma fantasia de super-herói pra ir. 0 jeito seria improvisar. Como era uma festa erótica, resolvi aproveitar uma idéia de uma fantasia que eu tinha ha muito tempo. Coloquei uma cueca, meias, sapatos, sem blusa ou calça. Dai, coloquei por cima um casaco de'inverno, tipo sobretudo. "Jack, o estuprador" estava pronto para a festa.
Havia ja muitos carros parados na frente da mansão. Estacionei meu carrinho popular bem longe, para não ser visto, uma vez que a maior parte dos carros ali eram importados, e segui para a festa.
Logo na porta, fui medido da cabeça aos pés. Todo mundo olhava e logo percebi por que.
Realmente aquela era uma festa a fantasia, mas não erótica! 0 puto do Ricardo havia pregado uma peça em mim. Porém, era tarde demais para voltar atras. Vermelho de vergonha, resolvi encarar os rostos curiosos que tentavam olhar no vão do sobretudo pra ver se eu estava usando algo. Ali estava a nata da sociedade.
Eu nem sabia por que havia sido convidado, exceto (provavelmente) por ser o mais bonitinho da minha sala. Sem nem ousar me sentar, fui até o bar e encontrei o tratante responsável por tamanha proeza, vestido bem a caráter: de palhaço! - Você não presta cara, olha so o que me aprontou! - reclamei, enquanto ele gargalhava.
- Tem alguma coisa ai por baixo? - perguntou ele jocosamente.
- Claro que tem... vamos ali no cantinho que eu te mostro. Babaca!!!
Vendo que eu estava um pouco irritado, ele me estendeu um copo de bebida e uma bolinha branca.
- Toma isso que você vai ver a brincadeira de forma diferente...
- Ta brincando? Você acha que eu sou louco? Não curto drogas, po.
- Não é droga, meu! Vamos la, cara, é tudo festa!! Peguei o copo de bebida e coloquei a pilulinha no bolso.
Em seguida lancei um olhar para uma garota maravilhosa que estava do outro lado do bar, vestida de diabinha. Me aproximei dela com um sorriso estampado no rosto, mas ela nem olhou pra mim.
Resolvi arriscar uma brincadeirinha. - Quem te colocou esses chifrinhos? Seu namorado?
Ela pegou o copo de bebida e saiu de perto de mim, de nariz e bundinha empinados. Eu não entendi o que eu havia dito de tão ruim. Mas que gente estranha era aquela! Ja estava no quarto copo de uisque e ja tinha tomado três foras, até que me bateu uma súbita insanidade e eu enfiei aquela bolinha branca na boca e bebi em cima.
De inicio eu achei que fosse algum alucinógeno ou anfetamina. Mas como se passaram uns 20 minutos e nada aconteceu, comecei a achar que talvez fosse mais uma brincadeira daquele idiota amigo meu.
No patio inferior da mansão, havia uma danceteria improvisada, tocando ' techno, com muitas luzes piscando. A casa estava cheia e eu adorava aquilo. Resolvi então dançar. Em meio a tanta gente se esfregando, suor e bebida, comecei a entender o que realmente era aquela pilula era um estimulante! Meu pau ja estava duro como uma tora e não havia meios de esconder aquilo.
Algumas garotas faziam questão de dançar bem pertinho, so pra me sentir esfregar, outras chegavam até a virar a bunda pra mim e se esfregavam de leve. Eu estava ficando louco. Bateu então a vontade de ir ao banheiro, depois de seis doses de uisque. Sai então da pista (com o pau ainda ereto como um poste) e entrei no primeiro banheiro que vi. Tonto, suado, quase sem visão, nem olhei para a cara de quem estava la dentro, mas creio que todos olharam pra mim. Foi so eu abrir o sobretudo e colocar meu pinto pra fora que começaram os gritos de euforia.
Eu estava no banheiro feminino! Uma garota esfregou sua coxa por trás da minha perna e ja veio direto ao assunto.
- Quer uma chupadinha nessa pica gostosa, bonitão? Apesar de bêbado, eu ainda estava um tanto constrangido com aquilo tudo e fiquei um pouco sem palavras com a pergunta daquela morena, vestida de coelhinha, com os biquinhos dos seios ouriçados para mim.
Ela se virou para as amigas e se empolgou: - Gente, acho que ele é muito ingênuo... vamos dar umas aulinhas pra ele? A morena de coelhinha me fez sentar no vaso sanitário, foi pra trás de mim e desabotoou meu sobretudo do começo até os pés, beijando meu peito suado e incentivando as amigas a fazerem fila na porta do box do banheiro. Devia ter umas cinco ou seis mulheres ali. A "coelhinha" passou a língua varias vezes na cabeça do meu pau, me provocando, deixando-o cada vez mais duro.
Eu sentia que ia explodir, e de fato quase o fiz, quando ela o colocou goela abaixo, acariciando-me o corpo com as mãos. Duas garotas, atras dela, começaram a se beijar e a se masturbar. Uma outra, também morena, levantou o rabinho de algodão da coelhina e enfiou a língua em sua bundinha atrevida.
Duas garotas se assustaram demais com a cena e saíram do banheiro, mas quem ficou ali acabou, de um jeito ou de outro, entrando na suruba.
A garota que estava la no fundo, sozinha se masturbando, também se manifestou, passando por cima das amigas
- Da licença, queridinhas, esse pão é meu também! Era a garota do bar, a putinha do inferno, que chegou ja colocando moral em todas elas. Puxou a morena que abocanhava meu pau pelo cabelo e sentou com força sobre meu membro melado de saliva, deixando-o entrar em sua bocetinha suada enquanto obrigava a coelhinha a lamber sua vagina.
- Chupa, sua quadrúpede, me come com essa língua tesuda que você tem...
- Chupo sim, minha mestra... abre suas pernas maravilhosas para eu faze-la gozar! Eu não acreditava no que estava acontecendo comigo. Não era possível que uma mulher tão gostosa e bonita estivesse rebolando sobre minha pica. - Me fode gostoso, seu estuprador... me come que nem homem!
Eu sentia a língua da coelhinha passando no meu saco e na base do meu pau, me excitando mais ainda.
A visão das duas gatas rolando no chão, devorando-se em beijos e caricias, me servia como uma alavanca para as estocadas que eu dava na putinha que estava no meu colo.
A diabinha começou a gemer cada vez mais alto e então senti seu liquido fervente escorrer em minhas coxas.
Depois de gozar, indiferente e autoritária, ela se levantou, colocou a calcinha e saiu do banheiro, deixando-me para ser devorado por aquela doce coelinha. Passando a língua nos lábios grossos e manchados de batom verme1ho, a morena se virou com seu rabinho todo ensopado e passou a esfrega-lo em minha perna enquanto eu, com meu pinto de pedra, me acariciava sob o olhar provocativo da sua amiguinha, que lhe lambuzou o cuzinho.
Ela passava o dedo em seu rego, pedindo em silencio para ser devorada por mim, mexendo no botaozinho com a unha. Logo começou a chupar a vagina da amiga.
Sem hesitar, excitado como estava, enterrei minha lingüiça em seu reto, fazendo-a se contorcer de tanta dor, gemendo e babando. A amiga quase gozou com aquela cena. A garota se masturbava velozmente e gemia, enquanto eu comia minha "quadrúpede" morena, esfolando seu reto com tamanha voracidade que ja chegava a temer os efeitos daquela bolinha branca.
- Ah, que delicia... Fode com força, fode com força... Aaahhh, fode mais - pedia ela rebolando gostoso em minha jeba.


Sua amiga, sem nos deixar pra trás, também clamava pelo prazer da língua da minha enrabada servil.
- Me chupa... me chupa, quadrúpede... me chupa...
Sua voz não era tão autoritária quanto a da putinha do inferno, mas seu jeito inocente e desajeitado de pedir era tão excitante quanto. Em meio a todo aquele êxtase, ouvimos os gemidos das duas garotas que se engalfinhavam, mostrando que iam gozar maravilhosamente, e foram se arrastando em nossa direção, gemendo cada vez mais alto, assim como nos, que íamos nos excitando mais e mais, a ponto de explodir de dentro pra fora.
- Goza, amorzinho... goza no meu rabinho...
- Aaaaahhhhhh.... - gritaram as duas em unissono.
E seguida, a minha coelhinha também começou a gemer alto, incentivando sua amiguinha a gozar em sua boca. Dei estocadas mais fortes. Meu pau não arriava de jeito nenhum, duro como uma tora, e eu o enfiava todo naquele rego gostoso. Minha coelhinha e sua mestra começaram a gozar, gritando e se esfregando como loucas.
Elas cairam no chão, exaustas e suadas de tanto dançar, beber e trepar, mas eu ainda estava a fim de catar mais uma vitima. Afinal, eu era Jack, o estuprador. mimoso@especial.com.br

*

FLAGREI MINHA ESPOSA COM MEU IRMÃO
Conto enviado por Carlos







Ola amigos leitores, meu nome e Carlos 41 anos, 1,80m 88kg moreno claro, não sou de se jogar fora pois continuo fazendo  muito sucesso com as mulheres. O fato que vou aqui narrar e absolutamente verídico. Nos finais de semanas sempre viajávamos, ora na casa de parentes ou para a praia onde temos casa junto com meu irmão.


Sou casado com Ângela há cinco anos, morena clara, olhos verdes, 1,65m, 24anos, 60kg muito bem distribuído, num corpo perfeito. Uma bunda que e de parar o transito, enfim um verdadeiro monumento. Seu jeito alegre, seu sorriso cativante me fez apaixonar por ela desde o momento que a conheci. Ângela sempre foi muito recatada por ser de uma família muito religiosa, as vezes meio tímida com as pessoas que não conhece muito bem, mas na hora de transar ela se transforma completamente , ela vira uma leoa quando fazemos amor. Quando estou em casa, transamos quase todos os dias, as vezes duas, ate três vezes quando estamos inspirados. Todos os dias digo a ela que a amo e ela diz que não conseguiria viver sem mim. Minha vida e um mar de rosas, tenho um bom emprego, uma boa casa, um bom carro e casado com a mulher dos meus sonhos.

Então estávamos sempre juntos, meu irmão minha cunhada eu e minha esposa. Minha cunhada se chama Cristina ela e a segunda mulher do meu irmão, loira mesma idade da Ângela, 24 anos, 1,70m, 61kg e um corpo tão perfeito como o da minha esposa.
Confesso que mesmo amando minha mulher sempre transava com ela pensando na minha cunhada, mas só ficava no pensamento por respeitar demais eles. Meu irmão tem quatro anos a mais que eu, mas sempre manteve a forma física por sempre praticar esportes. Sempre foi o mais responsável da família, talvez por ser o mais velho. Eu me dou muito bem com ele e ele comigo, sempre o admirei por ser um cara muito legal e responsável. Enfim nossa amizade tanto com ele como com a minha cunhada era muito boa.
Trabalho em uma empresa que as vezes tenho que viajar a negocio e ficar uns dias fora, mas encarávamos como normal pois já faz muitos anos que estou na mesma empresa.
Numa destas viagens um cliente desmarcou uns compromissos por motivo de morte na família e então pude retornar dois dias antes.
No caminho de volta, ia pensando em como era bom voltar pra casa tomar um bom banho e cair nos braços da minha mulher e fazer amor a noite toda. Ela adorava quando colocava a língua no seu grelinho e sugava seu néctar, quando mordia levemente o bico dos seus seios, quando ela implorava para ser penetrada, e eu ficava brincando na porta da sua bucetinha, ate que enfiava meu pau de uma vez na sua bucetinha, ela chorava de prazer quando chegava ao orgasmo, com uma voz rouca sussurrava palavras desconexas no meu ouvido.
Meus pensamentos foram se dissipando a maneira que ia me aproximando do bairro onde morava, já se passava da meia noite quando dobrei a esquina de casa. Chegando em casa achei estranho que o carro do meu irmão estivesse estacionado na frente da casa do meu vizinho, pois se ele e minha cunhada foram fazer uma visita porque não estacionaram na garagem de casa?
Parei o carro no estacionamento de um posto de gasolina que fica quase de frente para minha casa.
Como não temos cachorros, minha casa e cercado por um muro bem alto e portão totalmente fechado de modo que não da para ver o que se passa do lado de fora.
Abri o portão pequeno sem fazer barulho e pude notar que a luz do nosso quarto estava acesa.
Me aproximei devagarinho da janela e pude ouvir uns gemidos inconfundível que eu conhecia muito bem, meu coração começou a bater mais forte, tentei achar um lugar para ver o que se passava no interior de casa e quase tive um enfarto quando vi pela fresta da janela minha esposa de quatro na cama sendo enrrabada pelo meu irmão.
Meu irmão a segurava pela cintura e castigava sem piedade sua buceta. Os dois continuava num vai e vem alucinado, de fora ouvia a batida dos seus corpos tamanha a violência que meu irmão a possuía.
Minha esposa estava transtornada, cada vez que meu irmão atolava todo seu pau na sua buceta ela virava o rosto e gritava, dizia frases sem sentido, coisas que pensava que ela só dizia para mim. O ritmo das estocadas se aceleravam e num urro de prazer do meu irmão percebi que tinha gozado, minha esposa gritava não para, não para eu vou gozaaaarrrrr!!!!! Aaaaiiiiiiiiii!! Que tesão, como você tem um pau gostoso e desfaleceu na cama.
Meu irmão tirou o pau da buceta da minha esposa e vi muita porra escorrendo pelas suas pernas.
Ficaram um pouco abraçados em silencio, sem trocarem palavras, minha esposa se virou pegou o pau do meu irmão pois na boca e limpou toda a porra que tinha ficado no seu pau, e lentamente começou fazer uma chupeta, logo o pau do meu irmão foi dando sinal de vida, e pude ver o quanto era enorme o seu pau , dava quase o dobro do meu e muito grosso, na roda de amigos ele era conhecido como cavalo.
Conforme minha esposa ia chupando, aquilo ia crescendo ate que mal cabia na sua boca, ela passava a língua naquela cabecorra e descia ate suas bolas. Minha esposa segurava aquela tora com as duas mãos e ainda sobrava pau para ela chupar.
Naquele momento ate eu estava com tesão, confesso já que tinha imaginado minha esposa trepando com outro mas era só uma fantasia, nunca pensei que isto fosse acontecer, ate porque nunca desconfiei da fidelidade dela.
Meu irmão se levantou deitou minha esposa de costa abriu suas pernas e caiu de boca na sua buceta ainda toda melada com a sua porra. Pelo que notei ele gostava disso porque sugava com tanta vontade que parecia que ele queria entrar com a cabeça e tudo na buceta da Ângela.
Ficou chupando minha esposa por uns dez minutos, depois se ajoelhou na sua frente pegou-a pelos cabelos e botou o pau na boca dela para mais uma chupada, coisa que ela sabia fazer muito bem.
Após uns cinco minutos de chupacao, meu irmão colocou minha esposa de quatro abriu com as duas mãos aquela bunda maravilhosa deixando o seu cuzinho livre para meter a língua, minha esposa gemia de tesão, eu a esta altura mesmo com raiva da traição da minha esposa e meu irmão me acabava numa punheta, tamanho era o tesão que estava sentindo no momento vendo aquela cena.
De vez em quando meu irmão molhava o dedo e enfiava no cuzinho da minha esposa, ela dava uns gritinhos e rebolava na boca do meu irmão, ele deu uma cuspida no cuzinho dela e outra no seu cacete e pincelou na entrada do cuzinho dela, ela percebendo sua intenção disse - você sabe que não agüento seu pau no meu cuzinho, mal agüento com o do seu irmão que por sinal e bem menor! E era verdade pois ela sempre reclamava de dor quando fazíamos sexo anal.
Meu irmão continuou esfregando aquela tora no cu da minha esposa, ate que num momento ele forcou a entrada ela deu um grito, e foi pra frente escapando da investida do meu irmão, ela olhou pra ele e disse "para; se você insistir acaba tudo aqui agora mesmo,"
Meu irmão mesmo chateado por não conseguir comer seu cuzinho olhou para ela e disse: "Angela me perdoa, sei que você já disse que não agüenta no cuzinho, mais eu fico com um tesão danado de enfiar meu pau nesta sua bundinha deliciosa, te prometo que não vou mais insistir",
Deu um beijo na boca da minha esposa e disse: "vamos continuar, não vamos deixar que isso acabe por um momento de bobeira! "
Minha esposa continuou de quatro na cama meu irmão pincelou aquela vara na bucetinha da minha esposa e foi enfiando devagar ate suas bolas baterem na sua bunda, e continuaram num vai e vem bem devagar, quando meu irmão ia tirando o seu pau parecia que nunca ia sair tamanho era o pau dele, minha esposa fazia movimentos leves para receber aquela tora, quando ele enfiava ela vinha com o corpo para trás bem devagar para receber toda aquela vara na buceta.
Aos poucos foram aumentando o ritmo e minha esposa gemia como uma louca cada vez que meu irmão estocava forte sua bucetinha. Ela rebolava alucinada gritando "eu vou gozar, mete tudo, aiii eu vou gozar, goza comigo por favor, aiiiii eu não vou agüentar que tesão aiiiiiiiii"..
meu irmão ouvindo isso aumentou mais o ritmo das estocadas e num urro gritou: "- Também vou gozar, como você e gostosa uuuiiiii, "
E os dois acabaram gozando junto naquela foda alucinante.
Caíram na cama ficaram um tempinho abraçados e meu irmão disse: "já são quase três da manha tenho que ir pra casa, disse pra Cristina que tinha um jogo de futebol com os amigos e depois íamos tomar umas cervejas, já era pra estar em casa a essas horas; Quando o Carlos vai chegar?"
- Depois de amanha disse a minha esposa,
- ele desconfia de alguma coisa?
- Que eu perceba não!
- Amanha vamos nos encontrar de novo? Melhor não deixa para outra oportunidade. Não e certo o que estamos fazendo com seu irmão e com a Cristina, disse minha esposa.
- Nos temos que acabar com isto, ou se não, contar tudo pra eles
- Vamos dar um tempo antes de tomar qualquer decisão precipitada, eu amo a Cristina e você eu sei que ama o Carlos, pra que estragar tudo se podemos ir levando, o que sentimos um pelo outro e uma atração incontrolavel que faz a gente cometer estas loucuras, Puro tesão.
Meu irmão se levantou foi se limpar, mais que depressa fui ate o portão sai tranquei o portão por fora sem fazer barulho e fui para meu carro.
Procurei um barzinho que sempre ficava aberto a noite toda. Chegando lá, pedi uma cerveja fiquei bebericando pensando no que ia fazer em relação ao meu irmão e minha esposa. Era uma situação difícil pois eu amava os dois, pensei comigo" não quero me separar da minha esposa, se e pra ela me trair que seja com meu irmão".
Esperei uma hora e voltei pra casa, minha esposa estava saindo do banho, ela ficou meio sem jeito tentando disfarçar seu espanto por me ver aquela hora em casa. - Já em casa amor? - Porque não ligou que chegaria antes?
Me abraçou e me deu um beijo bem demorado. " Que bom que você voltou antes amor, estava com saudades, não estava conseguindo dormir, então resolvi ler um livro ate que o sono chegasse como esta fazendo muito calor fui tomar um banho para refrescar."
- Já jantou amor?
- Comi algo no caminho respondi. Como era cara de pau pensei.
_ Vai deitar amor vou tomar um banho e vou deitar também pois estou muito cansado.
Peguei uma calcinha que ela tinha deixado no banheiro estava toda encharcada por seu suco, levei ao nariz que cheiro bom ela tinha, passei a língua aonde estava molhado e que gosto bom era o da minha mulher.
Enquanto tomava banho lembrava dela sendo enrrabada por meu irmão, e meu pau ficou duro que nem ferro.
Pensei em qual seria a desculpa que ela ia me dar para não transar-mos, pelo tanto que eles fuderam devia estar exausta.
Terminei meu banho, fui para a cama e ela estava deitada de costa para mim, abracei- a por trás esfreguei meu pau na sua bunda e ela resmungou: - Você não esta cansado amor?
- Estou sim respondi mais louco de vontade de fuder este cuzinho gostoso quem você tem.
Comecei bolinando seus seios percorrendo a mão por sua bunda ate chegar no cuzinho, fiz ela deitar-se de bruço arreganhei sua bunda meti a língua no seu cuzinho salivei bastante meu pau coloquei na entrada do seu cu e forcei a entrada, ela tentou se esquivar mas não deixei ela escapar,
Ela gritou ", aiii amor você esta me machucando!"
Lembrei de como ela estava fodendo com meu irmão, segurei firmei em sua cintura e dei uma estocada forte que entrou mais da metade no seu cuzinho, ela deu outro grito e sem dar chance atolei tudo de uma vez o que faltava.
Ela soluçava baixinho enquanto eu desesperadamente fodia aquele cuzinho apertadinho que meu irmão não conseguiu comer.
Agora ela não reclamava mais que estava doendo pois seu cu já tinha acostumado com o calibre do meu pau.
Ela rebolava na medida que ia arregaçando aquele cuzinho, enquanto metia no seu cuzinho enfiava o dedo na sua bucetinha que estava toda arrombada pelo pau do meu irmão.
Quando estava para gozar aumentei o ritmo das estocadas, metia com toda minha forca naquele cuzinho ate que ela me disse:" amor eu vou gozar aaaiiiii que delicia"
E numa descarga elétrica descarreguei um litro de porra naquele cu maravilhoso da minha esposa que ate então tinha certeza que era só meu. Nunca gozei tanto na minha vida.
Tirei meu pau do seu cuzinho e fiquei admirando como era bela minha esposa naquela posição. Como ela podia fazer isso comigo?
Se eu a amava tanto? Deitamos e ela logo pegou no sono, fiquei pensando se contaria para minha cunhada ou não.
Qual seria sua reação? Pensei em falar pro meu irmão que sabia de tudo, e armar o maior barraco, mas daí tanto o meu casamento como o dele ia desabar, e eu não queria isso.
Então tomei uma decisão, não fazer nada ate contar tudo para a minha cunhada.
Gostaria das opiniões dos leitores se devo contar para minha cunhada ou não. Se for bem votado escrevo o que rolar quando contar para minha cunhada.
Se alguém passou por essa experiência e quer comentar a respeito entre em contato comigo pelo meu e-mail :aventura.ctba@ig.com.br .Responderei a todos. Um abraço a todos e ate o próximo conto.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010


Faxina no Galpão
Conto Gay
Autor Desconhecido


" 0 Léo era meu amigo desde a adolescência. Éramos muito íntimos, e mais tarde ficamos "íntimos demais". Seu Jorge, pai de Léo, me tratava com muita cordialidade, como se fosse da fami1ia. Mas as vezes parecia que ele me olhava de um jeito diferente, estranho, principalmente quando não tinha ninguém por perto. Seu Jorge era um quarentão : bonito, tinha um peito largo e musculoso, de quem ja foi nadador profissional, coxas grossas e lisas, pele clara, barba rala ruiva e uma "mala" ' que me fazia viajar na imaginação. Ele olhava tanto que cheguei a encanar, achando que ele estava desconfiado de seu filho e de mim, mas depois vi que não era bem isso. Mas era o pai do meu amigo, né? Não podia dar mole. Era melhor ficar na minha pra ver no que dava. Sempre viajei com Léo e seus pais para Campos do Jordão, numa casa não muito distante da cidade. No ano passado, quando eu estava " com 19 anos, fomos passar um feriadao prolongado em Campos do , Jordão. Fomos todos no mesmo carro, do seu Jorge. Numa das paradas na estrada, quando ficou sozinho comigo, seu Jorge me disse: - Nesse feriado, tenho uma surpresa gostosa para você, mas isso fica como segredo - disse, com uma olha sacana e apertando de leve seu pau por cima da bermuda. Fiquei abismado e excitado. Durante toda a viagem, não me continha de curiosidade e tesão. Sera que o tal "segredo" era o que eu ' estava imaginando? E o que significava aquela massageada no pau? Chegamos tarde da noite, tomamos um lanche e fomos pra cama. : Fiquei no mesmo quarto do Léo e ele tentou transar comigo. Mas a '. imagem do pai dele não saia da minha cabeça. Dei uma desculpa qualquer, disse que estava muito cansado e me meti na minha cama para dormir. Ele ficou meio puto, mas acabou pegando no sono antes que eu. No dia seguinte, depois do café da manha, seu Jorge disse que ia ao galpão fazer uma faxina. Léo e sua mãe inventaram de ir até a cidade . fazer umas compras e me convidaram pra ir junto. Mas seu Jorge pediu ,. se eu não podia ficar para dar uma ajuda na faxina. Então acabei ficando. Léo e dona Olga partiram. Assim que se viu sozinho comigo no , galpão, seu Jorge começou a me dizer que sempre teve vontade de estar só comigo. - Por que? - perguntei, ja excitado. - Nunca percebeu? Tenho o maior tesão por você, Marcio - respondeu o pai do meu amigo, massageando de novo seu pau por cima da bermuda. Pelo volume, seu membro devia estar bem crescido. Ao ouvir aquilo, tentei desconversar, mas ele continuou falando que tinha um enorme desejo de transar comigo. Eu estava envergonhado, não sabia o que dizer. Eu também estava morrendo de tesão, mas estava meio constrangido. Seu Jorge se aproximou, me segurou pela cintura e tentou me beijar. Na hora entrei em pânico, escapuli do seu abraço e fui para o banheiro. Naquela altura, minha imaginação ja viajava e eu estava de pau duro. Ouvi batidas na porta. Era seu Jorge, pedindo pra eu abrir. Não resisti mais, abri a porta e dei de cara com ele so de sunga, com metade do seu pau, grande e grosso, pra fora. - Olha como você me deixa, Marcio - disse ele, com a voz rouca de tesão. - Pega nele, da uma chupadinha pra mim, da? Perdi toda a vergonha e me entreguei ao prazer. Ajoelhei-me na sua frente, tirei o resto da sunga, segurei sua pica e abocanhei aquela jeba inteira. Minha língua se enroscava naquele cabeçona vermelha e descia até as bolas do saco, enormes e peludas. Que pau delicioso! Seu Jorge me segurava pela cabeça, massageava meus cabelos e movimentava-se num vaivém lento, fazendo com que eu engolisse todo seu pau. As vezes eu engasgava, dai ele tirava a rola da minha boca, me dava um beijo e recolocava o pinto entre os meus lábios, metendo devagar, fodendo sem pressa. Eu lambia seu saco, descia por ele e quase tocava seu cu com a ponta da minha língua. Então, seu Jorge segurou minha cabeça com mais firmeza e aumentou o ritmo, passando a foder com vigor a minha garganta. Não demo. rou muito e ele inundou minha boca com seu esperma quente e agridoce, quase me afogando com tanta porra. Engoli o que pude, mas um pouco acabou escorrendo pelo canto dos lábios. Ele me ergueu e me beijou, sugando o resto da sua própria porra. Desceu pelos meus mamilos, mordiscando-os e me fazendo gemer de tesão. Dai ele me mandou debruçar sobre a pia e começou a lamber meu botão de carne, que piscava muito, louco para levar aquela jeba grossa e dolorida. Seu Jorge não perdeu tempo e continuou lambendo meu cuzinho, enquanto forçava um dedo nele. Quando entrou, dei um gritinho de dor - seu dedo era bem grosso, mas a rola era muito mais. Ele manteve seu dedo dentro de mim e depois começou a enfiar e tirar, tentando relaxar minha rosquinha. Assim que descontrai o rabinho, ele enfiou outro dedo. Dei mais um gemido dolorido, mas dessa vez ele enfiou com mais força. Vi estrelas e fiquei louco de vontade de sentir sua pica no cu. Quando reparou que eu ja estava mais acostumado e devidamente preparado para a penetração, ele se levantou, posicionou-se atras de mim, afastando minhas coxas com as suas. Ele passou um creme no pau, apontou aquele petardo na porta do meu cuzinho e forçou a chapeleta no buraquinho. Na segunda estocada, a ponta passou e entrou devagarinho, rasgando minhas pregas. Gritei alto e ele deu uma parada. Respirei fundo e pisquei o anus. Seu Jorge achou que eu estava pedindo mais pica e atolou um bom pedaço de vara no meu reto. Gemi de dor e prazer. Ele foi em frente e colocou tudo. Eu me movimentava como uma cadela no cio, rebolando minha bunda com aquela tora toda dentro. - Mete, ai... Mete mais, seu Jorge... Ssshh! Me fode... Me arromba... - eu suplicava. - Rebola, viadinho... Rebola pra apanhar... - gemia ele, aplicando uns bons tapas nas minhas nádegas, que ardiam em brasa por dentro e por fora. Aquilo me fazia ficar ainda mais louco de tesão. - Bate, bate no teu viadinho... Ai, me fode forte... Naquele frenesi, seu Jorge aumentou o ritmo, me comendo com bastante força e violência. Meu cuzinho latejava e eu estava tonto. Em meio a urros e gemidos, ele apertou minha cintura, enterrou toda a rola de uma vez e gozou, inundando meu reto de porra quente. Com a outra mão, ele me punhetava, o que me fez gozar também. Ficamos ali mais um pouco até que sua jeba amolecesse dentro de mim. Então fomos tomar um banho. Pensei que tudo havia terminado, mas estava enganado. Aquele coroa era bem tarado. Enquanto me ensaboava, seu Jorge acariciou meu corpo até chegar na minha pica mole. Logo meu pau estava duro com aquela massagem safada. Ele lavou bem meu pinto, ajoelhou-se na minha frente e abocanhou meu cacete. Engoliu tudo e chupou com carinho, deslizando seus lábios por toda minha rola, num vaivém gostoso. Enquanto isso, ele enfiou de novo seu dedo grosso no meu cuzinho dolorido. Não agiientei e gozei na sua boca. Seu Jorge gozou no meu pé, batendo punheta. Ele levantou-se, me beijou demoradamente e so então terminamos nosso banho. Não demorou muito pra Léo e dona Olga chegarem da cidade e nos encontrarem fazendo faxina no galpão. Ninguém desconfiou de nada. No resto do feriado, não tivemos chance de ficarmos sós de novo. Foram só olhares cúmplices. Depois de voltarmos para São Paulo, ele me convidou para sair e fomos varias vezes para motéis repetir tudo aquilo. Três meses depois, ele acabou alugando uma quitinete e sempre que podemos vamos la, fazer uma "faxina".


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FILME PORNÔ
Autor Desconhecido

" Ola, meu nome é Antonio, sou casado com uma bela morena, seu nome é Cintia de 32 anos, sempre pensei que ela fosse uma esposa fiel e mãe dedicada, até alguns meses atras... O que aconteceu ? Eu vou contar...
Tudo começou a quatro meses, quando nós havíamos marcado uma viagem de férias, estava tudo pronto, tudo arrumado quando eu recebi um telefonema do meu escritório me avisando que um grande negócio que eu vinha gerenciando estava se perdendo, eu mais que rapidamente me decidi a ficar até a situação estar controlada, Cintia ficou desolada, pensou logo nas crianças, eu então a convenci que ela deveria levar as crianças, pois senão eu me sentiria muito triste, ela demorou mas se convenceu que o melhor era mesmo leva-las ao cruzeiro marítimo que ha estava marcado a tanto tempo. Então la se foi a minha familia na viagem.
Eu e Cintia nos falávamos todos os dias, ela me dizia que no começo não estava gostando muito da viagem, mas que depois da primeira semana ja havia se enturmado e as crianças também, então ela estava se divertindo muito, mal sabia eu o quanto... Até que recebi uma fita de vídeo pelo correio, eu coloquei e comecei a assistir era Cintia e as crianças no Cruzeiro se divertindo e me mandando lembranças, até uma parte em que a imagem ficou meio escura, quando se acenderam as luzes, eu vi que era um quarto, logo eu ouvi a voz de Cintia ao fundo ela me parecia meio embriagada e dava muitas gargalhadas, quando ela entrou no campo de visão da lente eu quase tive um enfarto, ela estava acompanha de um rapaz, que eu acho tinha pouco mais de 18 anos, eles estavam se abraçando, beijando e se bolinando, ai o rapaz a jogou na cama e levantou a saia dela e tirou a sua calcinha e começou a chupar a sua xoxotinha, ela delirava e mexia os quadris para cima e para baixo logo ela soltou um grito, eu sabia que ela estava gozando, mas era só o começo, logo o rapaz se despiu e deu a sua vara para ela chupar, para o meu espanto ela começou a chupar com gosto o caralho do garoto, e ainda dizia que tinha gosto de leite ninho e ele tinha cheiro de talco de nenem, ela nunca tinha me chupado em 18 anos de casamento sempre dizia que tinha nojo, mas ali estava ela chupando como uma prostituta no cio.
Logo ele se posicionou entre as pernas dela e foi colocando, na minha esposinha, ela delirava eles ficaram ali naquele entra e sai uns 10 minutos, foi ai que ela gozou gritou como uma desesperada, ai a imagem sumiu, logo voltou com Cintia ficando de quatro e dizendo "Mete no meu cuzinho, vamos arregaça ele, sabia que ele ainda é virgem!".
Era verdade ela nunca quisera dar aquele cuzinho lindo para mim, o rapaz se posicionou atras dela e começou a estocar, quando a cabeça entrou ela deu um grito e disse "Para, para, para ta me matando, ta doendo demais!", o rapaz respondeu "Nossa que delicia você é muito apertada, mas relaxa que para de doer, você é muito gostosa eu não posso parar eu preciso comer este cuzinho apertado que você tem !", e ele continuou, minha esposa começou a gritar, chorar e implorar para ele parar, ai que ele ficou mais excitado ainda e enfiou tudo de uma vez, Cintia deu um berro e se largou em cima da cama, o rapaz continuou até gozar, quando ele tirou eu pude ver o sangue junto com a porra dele, ele então pegou a calcinha de minha mulher e limpou o pau e depois o cuzinho de minha esposa, ele virou ela e deu um longo beijo nela, ai o filme acabou.
Eu fiquei ali estático um longo tempo sem saber o que fazer, resolvi me calar, pois amo muito minha esposa e não queria me arriscar a perde-la e eu achei que tinha sido só um deslize já que ela estava meio embriagada.
Mas os videos começaram a chegar todos os dias, eram de minha esposa com o rapaz, agora ela já estava mais desinibida e praticamente em todos ela estava sóbria e fazia de tudo com o rapaz, até de ponta cabeça ela ficou enquanto ele comia o seu cuzinho, agora já completamente laceado pela vara do rapaz.
No ultimo minha esposa ficou de joelhos e começou a chupar o rapaz e disse que agora estava viciada em pau e que não poderia viver sem ele, e fez ele prometer que quando eles voltassem a viagem ele não a abandonaria.
Depois disso minha esposa voltou para casa e agora quando ela da alguma desculpa para voltar um pouco mais tarde, logo no dia seguinte aparece uma fita de video para mim, e nelas ela faz de tudo e agora ela anda me evitando na cama.
Agora o estranho é que ela mudou de amante e as fitas continuam a chegar, eu pensei que fosse o garoto que as mandava para mim, mas agora acho que é minha própria esposa que as grava e manda para mim, eu estou perdido e não sei o que fazer...


FOLIA COM TIA
E SOBRINHA
Autor Desconhecido


O melhor Carnaval da minha vida foi quando conheci Andréia.
No último dia a loirinha de 1,69m, 56kg e 18 aninhos apareceu na minha vida. Recebi um torpedo dela.
O bilhete que a garotinha me mostrava trazia uma frase enigmática: ?Posso sentar ao seu lado??. Mandei outro torpedo: ?Sim?... Já esperando o pior.
Podia ser sacanagem de algum barbado. Uma coroa sem graça. Jamais imaginei que era a loirinha gostosa, e já estava sonhando em apalpá-la. Fiquei hipnotizado com a beleza da gata.
Tomávamos cerveja, conversávamos ou cantarolávamos, de acordo com a música.
De vez em quando a acompanhava ao meio do salão, e ela arrasava, mexendo a bundinha com as mãos na cabeça, como se quisesse me enlouquecer de tesão. As coisas se precipitaram quando ela foi ao banheiro. Andréia voltou assustada: ?Acredita que não consegui fazer xixi?! Uma sapata me atacou!? O banheiro estava muito molhado, e as garotas tiravam a roupa antes de entrar no boxe. Tiravam tudo. Nessa hora a garota se ofereceu para segurar sua roupa e foi logo cheirando sua calcinha. Ela estranhou e a menina na maior cara dura passou a mão em sua bunda, e a chamou de ?gostosa?. Conseguiu pegar o short de volta, a calcinha ficou na mão da outra.
Ofereci-me para ir atrás da moça, invadir o banheiro das mulheres se fosse o caso, mas Andréia achou que eu só iria arrumar confusão: ? Vamos à casa da minha tia, estou morrendo de vontade de fazer xixi?.
Até hoje não sei se foi tudo invenção. Não havia ninguém na casa de Andréia e ela me mandou ficar à vontade na sala. Sua boceta estava molhadinha, parecia que tinha feito xixi pelo caminho: ?Vou ter que mudar de roupa?.
Deixou o banheiro e me chamou ao quarto. Desceu o short na minha frente e quando começou a tirar a camiseta eu a ataquei. Beijamo-nos ardentemente e começamos um malho fantástico. Enfiei os dedos na sua boceta molhada e ela se entregou de vez. Seus seios médios cabiam inteiros na minha boca. Deitei-a na cama e beijei seu corpo todo.
Andréia adorava ser chupada. Principalmente o grelo. Ela se contorcia feito uma serpente e gozava na minha boca.
O delicioso líquido escorria pelos cantos de suas coxas e eu o chupava com gosto. Nunca vi uma grutinha tão molhada! Fizemos um 69 e Andréia novamente me surpreendeu. Chupava muito gostoso! Queria que eu gozasse em sua boca, a usava como uma boceta. Meu pau entrava e saía sem parar.
Quando gozei descarreguei parte dentro da boca e parte sobre os seios. Estávamos exaustos.
Fomos tomar um banho para voltar à festa, pois Andréia tinha medo de sua tia chegar. Eu estava satisfeito com a gozada e não teria forçado a barra se no banheiro ela não tivesse me atiçado. Andréia pediu para eu ensaboar sua bundinha.
Que drama! Acabei enfiando os dedos em sua boceta e ela, gemendo, pediu para eu quebrar o cabaço. Achei que estivesse brincando. Andréia ficou curvada para a parede com a bundinha empinada. Peguei meu cacetão e apontei para a sua bocetinha raspada. Meti gostoso. Ela gemia: ?Você é o primeiro da minha vida, nunca mais esqueço esse dia...?. Não saiu sangue, mas era verdade.
Meti até cansar e acabei na punheta, diante da boquinha dela, que engoliu todo o meu esperma.
Voltamos para o baile e lá encontramos a tia. Senti que as duas haviam armado para cima de mim. A morena olhou para a sobrinha com cara safada: ?Foi bom??. Andréia riu, sentei-me entre as duas.
Em pouco tempo a morena estava passando a mão no meu pau. Andréia dançava no meio do salão feito uma louca. Feliz da vida. A tia, muito simpática, disse que ?cabaço? só tinha atrás.
E acabou me arrastando de volta para a sua casa. Andréia havia me usado com receio de não se sair bem com o namorado. Agora era uma mulher experiente, dizia a tia, rindo da minha inocência.
Mas parou de rir quando viu o tamanho do cacete que ia arrombar seu rabo. Que Carnaval!




segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010


Fantasia Entre Mulheres
Com Direito à Voyeur
Autor Desconhecido

 
Nunca pensei que fosse possível realizar minhas fantasias, pois me foi dada uma formação muito careta. Via estes contos e achava que eram inventados.
Até que, após um dia de trabalho na agencia, uma grande chuva impediu que eu e meus colegas fôssemos para casa. Ficamos poucos, pois a maior parte saiu antes da chuva. Resolvemos improvisar formas de dormir e ficou combinado que cada um ocuparia uma sala. Fiquei com a maior, uma amiga com outra sala e dois colegas na recepção, já que se ofereceram para ficar no pior cômodo.
Como não estávamos preparadas, não tínhamos roupa para dormir e precisávamos das roupas para o dia seguinte.
Minha colega muito assanhada foi tirando a roupa no meu quarto com a desculpa que queria falar comigo e passou pela recepção somente com as roupas intimas.
Fiquei com medo que este comportamento viesse a dar margem a má interpretação pelos meus colegas e que eles viessem a pensar que queríamos aproveitar para fazer uma noitada. Entretanto acredito que de forma subliminar foi a intenção de minha colega.
Carlos e Marcelo eram muito atraentes e não seria uma má idéia.
Porem, como chefe, eu não admitiria isso e ainda por cima nunca havia transado em três, quanto mais em quatro. Eles realmente não estavam mal intencionados, mas quando viram Mariza passar pela fresta da porta, ouvi um cochicho sobre a bunda dela, que era gostosa, mas que eles não imaginavam quanto.
Parei para pensar que eles tinham razão. Quando o silêncio se instalou pude ouvir os dois cochichando sobre sexo e Carlos falou que não agüentava ficar um dia sem dar uma e que não sabia como ia agüentar dormir uma noite ali. Marcelo sugeriu que ele fosse ao banheiro e se virasse na mão. Carlos falou que ia acabar tocando uma punheta quando todos dormissem, pois ele tinha insônia.
Ouvi também ele dizer que ia ficar imaginando que estava comendo as duas (no caso eu e Mariza) ao que Marcelo respondeu que essa idéia tinha deixa-lo excitado também. Disse ainda que minha forma autoritária o deixava pirado e que sabia que na cama eu ficava mansinha. Achei um absurdo o comentário, mas para todos os efeitos eu não teria que estar escutando aquela conversa.
Continuaram falando quem eles comeriam primeiro. Imaginaram comer uma cada uma quando depois falaram que já que era imaginação poderiam comer as duas. Essa historia foi me deixando excitada e resolvi entrar na onda instigando os rapazes.
Como Mariza, tirei minha roupa e passei no corredor da recepção, fingindo que achava que eles estavam dormindo, apenas de calcinha e fingiria surpresa ao vê-los. Fiz então assim, ao passar seminua e encontrá-los acordados levei a mão ao seios numa atitude pudica, bastante convincente e me dirigi ao banheiro.
No caminho pode ouvir Carlos falando que não imaginava que meus peitinhos eram tão tesudos. Marcelo disse que já sacava e que me comia com os olhos mas disfarçava por eu ser sua chefe. Ao ouvir o comentário me dei por satisfeita pois não acreditava ter coragem para passar deste ponto.
Para minha surpresa, quando entro no banheiro fiquei muito constrangida com a cena de Mariza sentada no vaso sanitário de pernas abertas e uma mão acariciava o peitinho pulando e beliscando de um mamilo ao outro e com a outra passava o indicador já francamente viscoso no grelinho. Ela ficou bastante sem graça, interrompendo sua masturbação e tentando disfarçar até que eu, para melhorar o clima, falei que todas as mulheres se masturbam, somente escondem das outras ao contrário dos homens e para exemplificar contei o que ouvi Marcelo sugerindo a Carlos.
Mostrei como os homens lidam bem com a masturbação e que nisso eles faziam muito bem. Neste momento ela me agradeceu o comentário e falou que havia ficado muito excitada de ter dois homens presos numa chuva por uma noite inteira. Para ser franca disse que também fiquei, mas que não levava jeito para estas coisas.
Foi quando senti seus olhos femininos vidrados em meus seios, boca entreaberta e seguindo o olhar até minha bocetinha. Confesso ter ficado molhada somente com seu olhar. Percebendo a minha reação, Mariza me pegou pela cintura encostando seu sexo no meu e disse que na verdade sentia atração por mulheres e achava que eu deveria sentir também, mas que da mesma forma tinha medo de ser confundida com lésbica, pois não passava de uma curiosidade. Falei que sim e que naquele momento, toda a minha caretice estava indo abaixo substituída por um enorme tesão, agravado pelo contato de seu sexo.
Não deu outra, nos enroscamos num beijo lento, sem língua, beijando e nos lambendo mutuamente no rosto e pescoço, como gostaríamos que os homens fizessem antes de partir para o pesado, depois de um beijo de língua bem molhado, Mariza foi descendo em direção aos meus peitos, que estavam durinhos e louco para serem chupados.
Neste instante me soltei de vez e ataquei seus peitos também, que eram grandes , duros e arrebitados e começando a esfregar uns nos outros. O meu pequeno em seu grande o seu grande no meu rosto e eu ia enfiando meus peitos em sua boca com vigor, na busca de sensação cada vez mais intensas.
Senti naquele momento sensação que nenhum homem poderia me dar. Peito macio no meu peito durinho num verdadeiro balé. Sutilmente percebi que nosso colegas perceberam e que estavam a espreita muito discretamente achado que nos não sabíamos. Isto me deu mais tesão, saber que o nosso prazer estava deixando eles doidos e quem sabe eles aprendessem a aula de como deixar uma mulher louca.
Estava louca realmente, pois aproveitei a chance única para soltar a franga para comer e ser comida por outra gata. Fui sugando seus peitos dourados, sua barriga, virei-a de bunda para mim, mordi seus glúteos, lambi sua área pré-anal, lambi seu cuzinho e enfiei um dedo lá e outro na bocetinha. Senti que ela estava se aproximado do gozo pois estava bastante molhada e sem precisar tocar no seu grelinho este tremia sozinho anunciando o gozo próximo. Neste momento, somente no sexo com mulheres, a outra é capaz de perceber que precisa dar também na mesma intensidade e me fez deitar no chão agarrando minha boceta e chupando de forma ritmada sem ser rápida, curtindo, com a língua bem molhada.
Desta vez senti que ia gozar e pedi para enrolarmos um pouco mais. Foi apenas nesta hora que Mariza percebeu que éramos observadas e me falou ao ouvido para deixá-los de lado que iríamos ter a nossa transa até o fim. Aceitei, pois já estava no auge do meu tesão. Ela, como era experiente, me falou que gostava de sexo oral mas que esta não era a única forma para as mulheres gozarem. Isso era apenas uma preliminar. Não entendi. Foi quando ela me faz sentar de pernas bem abertas no chão e meio reclinada e veio com determinação para cima de min.
Pediu para eu colaborar segurando meus grandes lábios bem abertos expondo meu grelinho.
Quando terminou a manobra vi que ela fez o mesmo e se dirigiu de frente para mim, com aquele montinho duro e estufado pedindo apenas que eu o lubrificasse com a língua para deslizar. Ao que atendi prontamente com mais uma beijada naquele grelo rosinha e limpo, sem pêlos na bocetinha.
Voltei para minha posição de costas, inclinada e com as pernas bem abertas e, num instante, Mariza encaixou sua xoxota na minha e senti seu grelo duro, molhado se atracando com vigor ao meu.
Somente quando os dois estavam íntimos e colados, soltamos os grandes lábios que os escondiam e nos entregamos a um abraço cheio de mãos, apertões e beliscões, beliscadas na bunda uma da outra, beijos de língua já bastante babados pelo descontrole total que nos encontrávamos e travamos um rec. - rec. dos grelinhos, roçando um no outro, com bastante ritmo como numa foda com um pau, mas sem sentir falta naquele momento, que resultou num tremor que vinha nos invadindo e progredindo deste para um orgasmo enorme, onde ao final, que foi simultâneo, salivávamos muito, babávamos e sentíamos nosso tremor ir se despedindo do corpo com grelinhos ainda duros e já quase cutucando um no outro, sendo ainda surpreendidas por ondas e tremores de nossos grelos.
Os rapazes intensificaram sua punheta e caíram sentados no corredor, fato que não foi registrado por nós.
Aguardamos a moleza passar e, discretamente, fomos para nossos cômodos improvisados, fingindo que não sabíamos que tínhamos sido vistas por eles


*
Foda No Cubatão
Autor Desconhecido

" Amigos, sou de Santos hoje tenho 25 anos, e não sou nenhum tipo atraente, sou baixinho, meio-gordinho, e nem bem-dotado, embora nenhuma garota até hoje tenha reclamado, o que elas mais reclamam é da grossura que costuma deixar as xaninhas completamente arrombadas.(mas no fim acabam adorando).
Bom, vamos ao que interessa, como contei nunca fui um tipo cheio de mulheres, e esta história aconteceu quando eu tinha uns 20 anos, trabalhava em uma firma ligada ao porto, e uma amiga minha da qual eu havia sido padrinho de casamento me convidou para no sábado irmos ao aniversário da prima dela no Casqueiro(bairro do Cubatão - cidade vizinha a Santos) - a prima dela era uma gorda feiosa que às vezes ficava se jogando pra cima de mim, mesmo assim pensei que Renata(a irmã de minha amiga) deveria ir, eu já havia dado uns amassinhos em Renata, mas neste dia da festa de Cubatão ela fez um "cú doce" danado, eu fiquei meio puto, mas sentar ao lado de uns amigo do esposo de minha amiga e do próprio(André), quando comecei a filmar que três meninas olhavam para a nossa rodinha(mas pensava quem sou eu, tem cinco caras aqui!!!), passado alguns minutos, André foi para fora da casa e as três meninas foram atrás, daqui a pouco volta ele dando tapas na cabeça e dizendo"Cara, eu não acredito sabe aquelas três meninas, elas foram atrás de mim para falar pra vc que as três querem ficar com vc, é só vc escolher uma" –
pensei que era sarro, mas aquilo ficou na minha cabeça, e o André toda hora insistia, e realmente as meninas não paravam de olhar - despistei e agora foi a minha vez de ir para fora da casa, e não é que elas vieram atrás, uma era muito feinha, a outra era bonitinha, mas muito carinha de criança, mas a terceira(um fenômeno) - Silvia Letícia, com seus 16 aninhos e cara de demoninho - elas se chegaram, começamos a conversar, mas era visível o meu interesse por Silvia e as outras duas resolveram entrar protestando:
"Já sacamos que nós perdemos" - fiquei a sós com Silvia, e falei vamos dar uma volta no quarteirão, e foi só virar a esquina para beijá-la - Silvia tinha 1,60 de altura, loira com um corpo escultural de dar inveja a muita capa de Playboy, nossas línguas se enrolaram em um beijo inesquecível, mas aí veio o susto:"Meu namorado!!" eu não acreditei "Você tem namorado?" "tenho!!! vamos depressa" ela me fez seguir a rua, e fomos parar na Marina do Cubatão - um lugar calmo e deserto, aí pudemos nós beijar e começarmos as bulinações, QUE BUNDINHA!!! QUE BUNDINHA INESQUECÍVEL - depois de quase uma hora de amasso, resolvemos voltar, pois não sabia se minha amiga queria ir embora, mas combinamos de nos encontrarmos outra vez.
No outro final-de-semana, eu liguei para ela e Silvia me pediu qu eu fosse até o seu encontro, não titubiei, lá estava eu no Casqueiro novamente!!! Ao me encontrar ela falou: "Você vai conhecer os meus pais" - pensei : "que roubada!!!" –
Ela me levou até sua casa, mas chegando lá, não havia ninguém, ela me explicou que seu pai que era médico estaria em uma convenção e sua mãe tinha ido junto, a casa só era minha e dela, na hora quase gozei de excitação, um beijo longo com as mãos puxando as roupas desesperadamente. Vi aqueles peitinhos bicudos, que se encaixavam perfeitamente em minha boca, pude acariciá-los com minha língua e mão, mas realmente estava louco pra ver aquela bundinha que eu já havia acariciado, mas não havia visto, em instantes tive a visão mais linda da minha vida, a lambi de cima a baixo, enquanto ela mordia onde ela alcançava, comecei a chupar o seu grelinho, e pela abertura da sua xaninha a sua virgindade já tinha ido pro espaço a algum tempo, chupei, chupei até ela ficar totalmente louca de tesão, aí peguei o seu buraquinho e enfiei a língua lá dentro, ela gritava "O que vc está fazendo?" e depois da décima pergunta eu respondi para que ela na próxima estocada de língua gozasse como uma louca, e o líquido de seu gozo começou a escorrer fazendo aquele barulhinho fantástico, pensei que ela ia desfalecer com aquele gozo louco, mas pelo contrário, ela subiu em cima de mim e falou "agora é a sua vez",



arrancou minha calça e começou um boquete com aquela línguinha macia, que delícia!!! ela se virou dando a bundinha para que eu brincasse, comecei a lamber o seu cuzinho e enfiar um dedido atrás, gozei muito naquela boquinha, que fez questão de engolir tudo, e continuou chupando, mesmo com os meus protestos, mas depois de uns 20 segundos os protestos eram pedidos de chupa mais, e ela me fez gozar pela segunda vez em sua boca enquanto ela gozava pela segunda vez agora com dois dedos no seu cuzinho.
Depois de uma breve pausa para um suco que nos esperava na geladeira, ela me atirou no chão gelado da cozinha, me falou "não sai daí que eu já volto", foi até o quarto e trouxe duas camisinhas, ela mesmo fez o trabalho colocando uma e depois a outra por cima da primeira, e falou "eu quero sentir este grossão me arrombando"
Subiu em mim e começou a galopar como uma peoa, cada descida que ela dava era um grito de prazer, ficamos neste galope por mais 15 minutos, quando ela pediu para que eu a fudesse de quatro, que visão, aquela bundinha a mostra e aqula xaninha que eu estava arrombando mais do que á era, ela me ajudou a encaixá-lo e dizia que só pelo minha cara eu deveria ter um pau grossão daquele jeito, ela o encaixou e começamos uma trepada que jamais vou esquecer, ela gozou em questão de mais uns 10 minutos, mas como eu não havia gozado ela começou a fazer um show com o meu pau, passava na cara, nos peitos, na vagina, na bunda, eu me senti como um vibrador que percorre um corpo, e ela pediu para que eu tirasse a camisinha pois ela queira sentir o meu gozo em seus peitos,
ela começou a chupá-lo e depois encaixou o meu pau em seus peitos até eu gozar, ela esfregava o meu gozo e dizia que estava adorando, fomos tomar um banho, e depois dar uma volta,
Chegamos a nos encontrar algumas outras vezes, mas nada de SEXO, depois perdemos o contato(infelizmente) –
O que mais sinto foi não poder ter comido aquele cuzinho que com certeza aquela altura não comportaria o meu pau.
Hoje estou namorando a 4 anos, minha namorada é uma pessoa maravlhosa, só que na cama deixa muito a desejar.


sábado, 13 de fevereiro de 2010


ESPOSA DE AMIGO MEU PRA MIM É.......
AUTOR DESCONHECIDO
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"Conheci Graça na empresa onde trabalhava.
Na época, a gente estava sempre junto, embora nosso relacionamento não passasse de uma grande amizade. Nem um beijo sequer, apesar da minha grande vontade e desejo.
O relacionamento continuou assim até que ela passou a namorar justamente um amigo meu, casou-se e saiu da empresa. Eu também me casei, meu interesse por ela foi se esvaziando e acabei esquecendo a história que gostaria tivesse sido diferente para nós.
A amizade continuou, no entanto, porque permanecemos morando bem próximos um do outro. Nossos encontros eram freqüentes, seja em reuniões em casa, seja na escola, quando buscávamos nossos filhos. Nessas ocasiões sempre brotavam algumas lembranças em comum do passado, mas jamais revelei minha atração oculta por ela. Certa vez, encontrei Graça casualmente no ponto de ônibus.
Como, coincidentemente, íamos para um mesmo destino, sentamo-nos juntos. Perguntei se estava tudo bem com ela, os filhos e o marido. Ela disse que estava tudo ótimo, mas sentia a necessidade de se soltar mais, que era muito tímida e retraída. De fato, Graça foi sempre uma mulher calada. O que me surpreendeu é que aquilo que ela dizia parecia ter um significado diferente.
Fiquei confuso, tentando interpretar as palavras dela, quando Graça mudou rapidamente de assunto para dizer que passaria a pegar o ônibus sempre naquele horário e talvez nos víssemos com mais freqüência.
Comentei que às vezes ia de carro e, se quisesse, poderia lhe dar uma carona. Graça aceitou o convite. Passei a levá-la ao serviço, que ficava no caminho do meu, pelo menos três vezes por semana. Ela continuou insistindo, em nossas conversas, na sua necessidade de mudar o comportamento.
Eu queria muito saber o que significava esse desejo, temendo que estivesse com idéia equivocada sobre ela. As coisas passaram a ficar mais claras quando, certa manhã, ela entrou no carro com um sorriso diferente, um brilho nos olhos muito especial, que contrastava com o dia chuvoso, cinzento e friorento.
Ela sugeriu que, em vez de seguir o caminho normal de todos os dias, eu tomasse outro percurso, sem dar maiores explicações. Demos de cara com uma praça, onde pediu que parasse. Graça livrou-se rapidamente do cinto de segurança e atirou-se sobre mim, abraçando-me pelo pescoço e estendendo a mão em busca do pinto por cima da calça. A chuva continuava forte e, com as janelas do carro fechadas, os vidros ficaram totalmente embaçados. Graça e eu, naquele aconchego, demos início a uma sessão de malhos eróticos em que acariciei e beijei os seios de bicos rosados e durinhos.
Ela abriu o zíper da minha calça, empalmou o caralho e passou a bater uma gostosa punheta. Ela parecia não conter-se de tanto desejo, alternando a punheta com deliciosos apertões no cacete e mordendo os lábios. Graça não resistiu em inclinar a cabeça para chupar o pinto, que latejava de prazer.
Ela mamou com tamanha sensualidade e habilidade que não tive como segurar o gozo, que chegou forte e encheu a boca dela de porra. Parte do abundante esperma escorreu pela lábios e lambuzou o rosto e as mãos dela. O meu gozo parece ter-lhe aquietado parcialmente o fogo que tomava conta do corpo dela.
Ela me deu um forte abraço e confessou que vinha sonhando com aquele momento há muito tempo. Passamos a pagar pedágio nessa praça, com chuva ou sem, todos os dias que lhe dava carona, para rápidos momentos de carícia e prazer. Com o tempo, no entanto, passamos a sentir que isso apenas não bastava, queríamos cada vez mais. O tesão acumulado se tornou tão insuportável que sugeri a ela um encontro no motel. Graça respondeu que tinha muito medo, que nunca fora a um motel e muito menos traído seu marido.
Não entendi bem o conceito de traição que ela tinha, afinal entre nós já havia acontecido de tudo, menos a penetração. Ainda assim, ou por isso mesmo, não desisti. Disse-lhe que entendia o sentimento dela, mas também que meu tesão era muito grande e estava ficando insuportável. Graça acabou cedendo.
Inventamos uma desculpa qualquer e ambos ligamos para a empresa, que trocamos por uma manhã de prazer no motel. O primeiro momento de prazer ocorreu quando vi desnudo por inteiro o corpo daquela morena que tinha sido minha grande paixão durante toda a vida. Os peitinhos redondos, a bundinha camuda e arrebitada, a xoxota coberta por pelinhos negros e finos, tudo era maravilhoso no corpo dela. Para começar, provei o sabor de cada parte dela com um verdadeiro banho de língua. Iniciei pelos peitos, desci pela barriga, avancei até a virilha, onde pude sentir o doce perfume da boceta. Dei um tempo, roçando levemente o nariz nos pentelhos para saborear o delicioso odor da gruta, antes de meter a boca na xoxota e a língua no grelinho. Graça passou a emitir gemidos cada vez mais altos, abriu as pernas e esfregou a boceta na minha cara.
Recolhi e saboreei o líquido de prazer que inundava a boceta e ela dizia que não agüentava mais e estava para gozar. Como não queria que ela chegasse ao gozo e minha vontade era continuar beijando aquele corpo, abandonei a xoxota e voltei aos seios, que suguei mais um pouco, antes de virá-la de costas. Passei a língua em toda a extensão de suas costas até chegar à bundinha. Graça empinou ligeiramente as ancas para facilitar o acesso de minha língua ao seu cuzinho rosado e piscante. Perguntei a ela se não se incomodava com as carícias no rabinho, porque minha intenção era comer-lhe o traseiro depois. Graça comentou que seu marido já havia tentado comer sua bunda, mas desistiu porque ela sentiu muita dor. Para não forçar a barra, voltei à boceta. Ela já não agüentava mais de tesão e pediu que metesse o cacete na xota.
Sem que eu pedisse, ela ficou de quatro, para me receber por trás. Graça esticou o braço para trás e conduziu o pinto para encaixá-lo na entrada da boceta. O pinto praticimente deslizou túnel dentro porque a xoxota estava encharcada de líquido. Ao mesmo tempo que comandava as estocadas, sincronizadas com os movimentos da bunda dela, acariciei o anelzinho do rabo com o dedo, sem penetrálo.
Graça parecia curtir a brincadeira, estendeu a mão por baixo e passou a bater uma gostosa siririca, o que redobrou o prazer, tanto dela quanto o meu. Aumentamos o ritmo das bombadas e gozamos juntos. Embora satisfeita, Graça parecia querer mais, dando a entender que queria tentar o sexo anal comigo, pois, depois de acariciar e deixar o pinto duro novamente, virou-se de costas para mim.
Encostei o rosto na bunda dela e, mais ousado desta vez, passei a lamber o cuzinho, tentando meter a língua nele. Mais relaxada, ela ficou de quatro para facilitar minhas carícias. Enfiei um dedo para lacear a entrada, que lambuzei com a saliva, e encostei a cabeça do pinto. Graça arrebitou ainda mais a bunda e pressionou contra o caralho, mas, ao sentir a invasão, recuou instintivamente, embora sem desencaixar a chapeleta do anel. Parei por um momento e fiquei sentindo o cuzinho piscando e mordendo o mastro.
Forcei novamente e avancei até a metade. Ela soltou um urro de dor, fiz que ia tirar, mas ela impediu, segurando-me pelas pemas. "Não pára... Tá doendo, mas é muito bom... Quero chegar ao prazer também por trás. Enfia ele todinho dentro de mim..." Segurei-a pelos quadris e atolei a vara até o talo. Quando comecei o vaivém, Graça passou a rebolar, gemer de prazer e dizer que estava adorando.
O cuzinho dela, muito quente, piscava incessantemente, levando-me ao gozo em pouco tempo. Tocando uma siririca na boceta, ela também chegou ao orgasmo.
Totalmente saciada, Graça confessou que aquele tinha sido o momento de maior prazer em toda sua vida.

 
Em tom de desabafo, disse que o descaso do marido, mais preocupado com a bebida e os amigos, fazia com que sentisse muita falta de um homem carinhoso que desse todo o prazer que eu havia lhe dado.
Emocionada, contou ainda que, derrubada a barreira psicológica que impedia um relacionamento extraconjugal, ela estava disposta a repetir aquela experiência muitas outras vezes.
De minha parte, em nenhum momento fiquei com peso na consciência por estar transando com a esposa de um amigo meu. Simplesmente porque entendia que não èra certo deixar que uma mulher como aquela, que eu tanto desejei, privasse de momentos tão agradáveis e prazerosos comigo.
Somos amantes até hoje e temos uma vida sexual cheia de fantasias e loucuras.

 
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FODENDO E CONVERSANDO COMO PAI
AUTOR DESCONHECIDO

" Ah ...! O início de namoro ...! Que coisa gostosa , o tesão era tanto que as vezes nem dava tempo de chegar ao lugar marcado da trepada , acontecia no meio do caminho. De minha parte nunca negava , também aquela loirinha gostosíssima com aquele olharzinho de safada ninguém resistiria e sem falsa modéstia também desperto um certo tesão na mulherada , com a Aninha não era diferente.
A história começou quando seu pai nos convidou para irmos ao seu sítio ver o seu novo cavalo.
De cara a sacanagem já bateu na cabeça : -- seu Pedro vai na frente que depois a gente vai.
Demos uma desculpa esfarrapada ele engoliu e se foi.
Esperamos uma meia hora em sua casa sob os olhares de sua mãe e partimos em meu carro. Nem bem saímos do perímetro urbano e aninha já estava de boca no meu pau enquanto já abaixava a tanguinha que usava por baixo da mini saia .
Eu nem conseguia dirigir, com uma mão no volante e outra na bundinha dela , eu só procurava um lugar na estrada que pudesse parar para estuprar aquela tarada. Um quilômetro de boquete e achei uma estradinha secundária encoberta por uma moita de bambu .
Descemos apressados e sem falar uma só palavra eu a empurrei sobre o capou do carro e meti a rola com força , do jeito que ela gosta e a gemeção foi grande : -- vai filho da puta , fode , fode fode, aiiiiiii , aiiiiiii , que delícia ! Eu aproveitei e enfiei um dedo no seu cuzinho e outro brincava com o grelinho , ela rebolava e empurrava a bunda para trás, quando estava quase gozando eu parava e ela enlouquecia: -- Não para , não para , mete mais seu puto ! Eu passava a mão com força nas suas costas , chupava sua nuca dava uns tapinhas na sua bunda , tudo com o pau fora aí ela não aguentava agarrava meu pau a força e enfiava de novo na sua xoxotinha e rebolava .
Repeti isso umas três vezes até que não agüentei e praticamente mijei na sua bucetinha , tanta era a quantidade de porra , ela Não parava de gemer e rebolar , até minha rola amolecer dentro dela.
Ficamos abraçados nesta posição um tempinho , depois trocamos um beijo gostoso e continuamos rumo ao sítio. Paramos o carro na porta da casa e entramos sem encontrar ninguém . Pronto, mais sacanagem.
Ela olhou pra minha bermuda que já estava estufada de novo e quando foi dar o bote ouvimos seu pai nos chamar a uns 200 metros da casa onde o cavalo estava sendo selado.
Chegamos na janela , que era da altura do nosso tórax e nos debruçamos para conversar com seu Pedro enquanto dava um trato no cavalo, porem minhas mãos abaixo da janela já passeavam pela bundinha da Aninha que também segurava o meu pau e tudo com a maior naturalidade.
Aí começou a esquentar , ela se abaixou botou minha rola pra fora e ficou mamando e eu tentava disfarçar elogiando o tal cavalo .
De repente, ela parou o boquete e disse para trocar de lugar comigo.
Inacreditável, ela estava com a calcinha no meio das pernas e esfregava a própria bundinha com as mãos levantando um pouco a sainha. Ela virou a bundinha para o lado que ,era para min não aparecer na janela e abriu as pernas , eu não acreditei, meti-lhe a rola enquanto ela conversava com o pai , rebolava e sussurrava : -- olha lá o seu sogrinho , penteando a crina do cavalo enquanto a filhinha goza na sua piroca !
De repente levantava a voz gozando : -- Monta nele pai ! Montaaaa ! Montaaaaaaa !
E enchi de novo aquela xoxotinha de porra enquanto o seu pai a repreendia pela sua pressa em o ver montar no animal : Calma filha já vou ! Santa ingenuidade ...
Por fim acabamos de nos vestir e fomos para perto dele ,quando ela fez questão de montar antes do pai e melar a sela com minha porra que escorria da sua bucetinha. Ficamos por lá o resto da tarde