quinta-feira, 28 de janeiro de 2010


FESTA NO COLÉGIO
Autor Desconhecido

 
  
" Depois de muito pensar, resolvi contar o que nunca imaginei que fosse acontecer comigo. Sou casada, tenho 30 anos, um corpinho bem feito e voltei a estudar recentemente, incentivada pelo marido. A aventura começou quando aceitei o convite de minhas colegas normalistas para ir a uma festa num colégio só de homens, em outra cidade. Pensei que meu marido não fosse deixar ir, mas ele concordou quando disse que outras casadas iriam também. Assim, vesti um baby look que ele mesmo me dera e lá fui, na maior algazarra, num ônibus com 40 normalistas. A medida em que as latinhas de cerveja eram consumidas, a viagem ia ficando mais animada. Estava meio alegre e não parava de brincar. Quando chegamos ao tal colégio, o baile já começara, mas um grupo grande de alunos nos cercou, nos comendo com os olhos. Fomos levadas ao salão e distribuídas aos pares pelas mesas, onde logo se sentavam outros rapazes. Quando um deles me ofereceu uma dose de vodka, aceitei rindo e bebi rápido demais. Chamava-se Veiga e logo me levou para dançar, me puxando todo para si. Senti o membro dele durinho e enorme latejando entre minhas coxas. Devia estar sem cueca e aquilo me desnorteou. Percebendo minha excitação, alisou minhas costas e, aos poucos, foi tocando minha bundinha. Fiquei atônita mas não reagi, diante daquele cara forte e abusado. Ele me beijou na boca de leve e, depois, no pescoço. Pedi que parasse, mas mandou outro beijo na boca, aproveitando o momento em que eu falava e já colocando sua mão em minha bundinha. Aquilo me fez ficar mais excitada ainda. Ele me disse que iria mostrar o colégio e eu o acompanhei, e claro, sem reclamar. Em instantes, estávamos fora do salão e chegamos a uma quadra de esportes sem iluminação. Ele entrou comigo no vestiário ao lado e fechou a porta. Começou a me beijar e foi logo levantando meu vestido. As mãos dele foram direto para minha xoxota e, quando ele abriu meu zíper, já estava toda molhadinha. Não o impedi de tirar meu sutiã e ele foi maravilhosamente chupando meus seios, ao mesmo tempo em que continuava acariciando minha xoxota. A cada mordida no meu seio, ia ficando mais doida. Abri a calça dele e segurei seu enorme e durinho membro. De fato, ele não usava cueca. Veiga me deitou no chão de cimento e beijou minha vagina, enquanto seu pênis roçava nos meus lábios. Não resisti e comecei a chupar. Ele ia e voltava e eu gozava com a língua toda em minha vagina, enquanto os dedos rasgavam meu anus. Aquilo me enlouquecia de prazer e dor. O pau de Veiga começou, então, a latejar em minha boca e, num movimento forte, entrou todo até minha garganta. Senti os pelos roçarem meus lábios até Veiga começar a gozar, enchendo minha boca de esperma. Quase sufoquei, mas ainda não sabia o que estava para acontecer... Veiga me fez levantar e ficar de quatro, para, com o sexo ainda meio duro, começar a forçar meu cuzinho. Eu rebolava e pedia mais! Ele foi enterrando os dedos em minha vagina e foi forçando a passagem por trás, até entrar no anus. A dor era grande e não estava acostumada, mas, a medida que ia me rasgando, eu ia gozando. Logo, ele entrou todinho, passando a ir e voltar, alargando a passagem já lubrificada. Excitada, pedia para meter mais, não notando que a porta se abrira com a passagem de mais dois rapazes. Só percebi quando um deles se aproximou pela frente, rindo e roçando o pau nos meus lábios. Fechei a boca rápido mas Veiga, sem parar de me comer, ordenou: 'Chupa, chupa, vagabunda.' Enquanto isso, o cara segurava meu rosto e empurrava a vara entre meus lábios. Comecei a gozar e deixei que aquela cabeça vermelha e enorme me invadisse. Fechei os olhos e não resisti: chupei tudo como se fosse um picolé. Quando senti o gozo invadir meu anus, continuei sugando o outro com volúpia. Ele era enorme e latejava a cada chupada. Foi quando senti de novo algo duro forcando minha bunda, já dolorida e rasgada. A pica entrou rápida e logo percebi que não era a do Veiga, pois este já estava na minha frente também, rindo daquilo tudo. Nisso, o rapaz ao lado dele tirou o sexo da minha boca e deitou-se por baixo, encaixando a piroca na minha vagina meladinha. Gozei novamente, sentindo como era gostoso ser comida por dois aos mesmo tempo. Só de pensar nisso, fico excitada! Os dois iam e voltavam, com a mesma freqüência que Veiga passava a pica lambuzada de esperma pela minha boca. Eu lambia tudo ate os testículos e ele me chamava de piranha. A vara foi crescendo entre meus lábios e aquilo me dava o maior prazer. Rebolando, deixei que o outro me forcasse o anus cada vez mais, enquanto o terceiro fazia minha vulva vibrar. Meu marido nunca saberá disso mas, na hora, eu só pensava em gozar e, quando gemia de dor, queria ter e dar prazer aos três. Era uma fêmea no cio sendo comida por três machos. Gozamos os quatro alternadamente: primeiro, senti o esperma invadir a vagina; depois, a boca; e, quando o último começou a explodir no anus arrombado, comecei a gozar de novo. Ao nos soltarmos, eles me levaram para o chuveiro do vestiário, onde ainda brincamos muito e os três me comeram pela frente. Depois, os dois colegas saíram e me deixaram com Veiga, que ajudou a me vestir, antes de irmos para o ônibus. Não resisti e o beijei na boca, na frente das minhas colegas, que riam muito, pensando no meu casamento. Pensei que a aventura terminara, mas, de repente, chegou um terceiro colega de Veiga, que foi me levando para um canto escuro. Ali, o rapaz abriu a braguilha e mostrou o pênis brilhante e entumecido. Enquanto me indicava a lança, Veiga ordenava que a chupasse mesmo com a minha recusa inicial: 'Você agora é minha piranha e eu quero que você faça esse boquete.' Não sei por que mas gostei daquela ordem e, como uma prostituta obediente que satisfaz o cafetão, acabei mamando aquela vara jovem. Hoje, estou feliz por ter descoberto este meu lado. Uma vez por mês, Veiga me visita, trazendo novos colegas para trepadas inesquecíveis nos motéis. Continuo amando meu maridão, mas não abro mão deste adorável prazer. Um dia, vou tentar fazer sexo assim com o meu marido. Só não sei como convidá-lo. "


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EU, MINHA NAMORADA E UMA NINFETA
Conto de Luciano - luciano39@hotmail.com.
 

" Olá, Moro em Fortaleza, tenho 28 anos e me chamo Luciano, Luthi para os amigos. Sempre fui tido como um cara legal, bonito e, segundo as mulheres que já transei, muito bom de cama, embora não seja bem dotado. Acho que, exatamente por isso, sempre me empenhei em deixá-las loucas na cama, e acho que tenho conseguido, pelo menos até hoje...
Bom, vamos ao que interessa este é o 1o conto que escrevo e é real, os nomes foram trocados por motivos óbvios... Era um Sábado e estava com uma puta vontade de sair sem a minha namorada, tomar umas... Liguei para a turma e todos estavam de ressaca ou iriam sair com seus respectivos, foi então que me lembrei que havia uma calourada na Reitoria da Federal do Ceará.
Como tb faço faculdade fui pra ver se encontrava alguns amigos e, quem sabe, uma gatinha. Liguei para a Renata (minha namorada da época, uma loira de 1.70m, olhos amendoados, corpo perfeito, 22 anos, uma gata!) e dei uma desculpa qualquer e lá fui eu... Quando cheguei, ao passar por um grupo de garotas elas soltaram umas piadinha tipo: hei gatinho, como é seu nome e coisas assim... Prestei mais atenção ao grupo e vi uma coisinha linda: 1.60m cabelos ruivos, olhos verdes e um corpo de deixar qualquer homem, que honre o que tem no meio das calças, louco! Fui até lá e tratei de me apresentar, fazendo questão de ficar mais perto daquele monumento de 18 anos que se chamava Germana. Começamos a conversar e trocamos telefones.
Como ela tinha me dito que estava namorando meu interesse diminuiu e resolvi procurar por alguém conhecido. Passado + ou - 2 hs. Eu a vi perto da barraquinha que eu estava bebendo e resolvi chama-la e, de cara, a apresentei como minha namorada para a turma, ela não disse nada, acho que até gostou... Chamei-a para dançar um forró e fiz um passo que ela ficou de costas pra mim, como já estava de pau duro ela percebeu, mas como não disse nada continuei a me esfregar nela e quando a virei de volta ganhei um beijo daqueles!! Pensei que a garota fosse arrancar minha língua!! Como estávamos em publico convidei-a para irmos a um lugar mais reservado o que ela aceitou de pronto.
Já estávamos no maior amasso quando ouço uma voz "Luthi, o que você está fazendo, quem é esta rapariga?" Era a Renata que tinha ido à calourada me fazer uma surpresa (uma amiga dela que estava na calourada tinha ligado pra ela e dito onde eu estava) e que surpresa, eu já estava branco e sem fala querendo explicar o inexplicável, quando a Germana se apresentou e disse que não estávamos fazendo nada de mais e que ela, por favor, desse licença que já estávamos indo embora. Fiquei surpreso com a reação dela. A minha namorada, muito puta da vida, disse que tb ia junto e fomos então para o meu tempra. Quando chegamos eu já estava com idéias na cabeça e resolvi deixar a Renata ir dirigindo com a Germana ao seu lado e fui para o banco de trás. Deixei que as duas se entendessem.
A Renata foi logo perguntando quem era ela e como tinha me conhecido, etc. Comecei a beijar a Renata na nuca e disse pra ela se acalmar e que queria ir à um motel e se ela teria coragem de transar com alguém nos olhando, perguntei para a Germana se teria algum problema ela nos acompanhar. As duas aceitaram e pensei comigo "esta noite promete..." Quando chegamos fui logo tirando minha roupa e caindo na piscina enquanto uma ficava olhando pra outra com cara de espanto e excitação. Esperei pra ver o que aconteceria e depois de uns 10 minutos as duas vieram enroladas nas toalhas e a Germana perguntou como estava a água eu disse que estava ótima foi aí que a Renata deixou cair a toalha e pulou na piscina sendo seguida pela Germana. A Renata chegou perto de mim e disse ao meu ouvido "Era isso que você queria, não era? Ter duas garotas ao mesmo tempo só pra você?" Eu disse que era a minha maior fantasia e perguntei se ela a realizaria. Ela então perguntou se teria gás pra agüentar as duas eu respondi que só vendo pra crer...
Renata me puxou pra borda e eu sentei na beirada deixando meu pau na altura de sua boca, ela começou um boquete como nunca fizera antes, acho que queria mostrar pra outra o quanto ela era boa de cama. A Germana entendeu a deixa e veio dividir a minha rola com ela, era uma disputa de quem me chupava melhor e eu já estava completamente louco com aquelas gatas me chupando, enquanto uma chupava a cabeça a outra cuidava das minhas bolas e eu apertava aqueles quatro seios lindos. Decidi ir para a cama pois já estava quase gozando e sabia que ainda teria que dar muito duro com as duas.
A Germana atacou logo meu pau e a Renata colocou a sua bucetinha quase careca na minha cara. Lambi feito um doido e acabei esporrando na boca da Germana que engoliu tudo e antes que ele ficasse mole colocou uma camisinha e sentou em cima começando uma cavalgada alucinante, apertando meu pau com sua bucetinha e gemendo sem parar.
Renata, que acabara de gozar na minha boca, disse no meu ouvido "vou te deixar maluco" e começou a lamber meu saco, enquanto eu comia a Germana, sugando cada testículo e me fazendo ver estrelas... Foi aí que a coisa realmente esquentou pois a Germana pediu pra Renata que colocasse meu pau no cuzinho dela. Ela então tirou meu pau e deu uma boa chupada nele e disse que estava adorando o gosto da bucetinha dela e queria provar melhor, caindo de boca e chupando a xana e o cuzinho e me chamou pra sentir o gosto tb, eu claro que fui correndo e quando estava chupando aquela bucetinha rosada junto com a minha namorada ela disse que nunca imaginou que um dia estaria fazendo aquilo. Eu perguntei se estava gostando, ela respondeu que estava adorando.
Nisso a Germana já estava completamente fora de si e gritava de tanto prazer, dizendo que ia morrer!! Eu então resolvi comer a bucetinha da Renata e me coloquei atras dela enfiando tudo de uma vez o que fez que ela tivesse um orgasmo instantâneo e chupasse a Germana ainda com mais força. Então disse que queria ver os duas se beijando e a Germana falou que eu era muito safado e enfiou a língua na boca da minha namorada e as duas começaram a acariciar os seios uma da outra, neste instante parei para observar a cena de duas mulheres que eram heterossexuais, numa cena digna de um filme pornô.
Disse então, na maior cara de pau, que queria ver as duas se chupando e a Germana foi direto pra bucetinha da Renata e começaram um 69 espetacular, comecei a meter no cuzinho da Germana e sentia a língua da minha namorada passar pelas minhas bolas, de vez em quando tirava da Germana e dava pra Renata chupar e voltava a meter no cuzinho ou na bucetinha dela. Depois coloquei as duas de quatro e metia nas duas bucetas e nos dois cuzinhos. Não sei se no céu vou encontrar prazer semelhante, comer as duas foi realmente divino!!! Quando demorei um pouco mais no cuzinho da Renata a Germana começou a me beijar e pediu que eu chupasse sua buceta, ficando em pé e colocando sua xaninha na minha boca e gozamos os três com as duas gritando e eu de boca na bucetinha rosa da Germana. Por fim me deitei com uma de cada lado demos um beijo triplo. Elas me disseram que nunca haviam gozado tanto e que agora eu tinha a dever de sempre satisfaze-las. Essa foi uma das minha inúmeras aventuras esperem que escreverei contando mais... Não esqueçam de sempre se usar camisinha, eu uso! Se você é mulher e de Fortaleza e gosta de relatos eróticos e fazer boas amizades, me escreva luciano39@hotmail.com.

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